SCUTS

Não consigo perceber se o tema é mais complexo do que parece à primeira vista, mas se é o que realmente parece à primeira vista é até bastante simples. O Estado português construiu um montão de quilómetros de auto-estrada para fomentar o desenvolvimento económico de certas zonas do país. Na altura – parece-me – eram só sorrisos, “sim senhor, é para isto que o Estado serve” e por aí fora. Agora percebe-se que são um encargo brutal para os contribuintes e que – a avaliar pelos dados – não tem surtido os efeitos milagrosos que lhes serviam de sustento.

No meu entender e a existirem, as únicas SCUTS devem ser as que existem em locais onde não há alternativa rodoviária possível. Não o fazer é uma restrição inaceitável à liberdade de circulação de pessoas e bens. De resto, o Estado português não tem que ajudar as empresas a construir SCUTS, mas sim diminuindo o IRC, concedendo-lhes benefícios fiscais, simplificando burocracia, premiando resultados, financiando divulgação e apostando na formação. Isto é tão óbvio e tão basilar que a história das SCUTS parece que foi apenas mais um pretexto para beneficiar certas entourages, o começo da delapidação do histórico Partido Socialista e a sua progressiva conversão em PS, a galeria de minions que rouba gravadores e comunica por politiquês.

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