Giuseppe & Joaquim: um jantar deplorável num restaurante para nunca mais voltar

Desculpem estar a ocupar o blog com uma questão tão corriqueira e algo insignificante, mas, tratando-se de um blog de gente de Coimbra, parece-me um bom espaço para denunciar este deplorável jantar.

O “Giuseppe & Joaquim” é, pelas suas gigantescas dimensões, pela forma como está decorado, pelo tipo de serviço e pela carta, um restaurante aparentemente pretensioso, com supostas aspirações de ser um espaço de referência da cidade, na linhagem do estilo caro, fino e com toques de “nouvelle cuisine”. Não gosto do género (do tipo que se paga muito por um prato em que a sua mais valia é a decoração, digna de estar patente num museu e não num restaurante), mas isso à partida pouco importa. Tinha lá ido duas vezes antes e, embora tenha achado aquilo em termos de qualidade / preço caríssimo (o espaço e a comida não são maus, mas está tudo bem longe de justificar o elevado preço que se paga), não tinha absolutamente nada contra o restaurante. Como tal, nada me preparava para a verdadeira vergonha do serviço de ontem, em que se destacam os seguintes factos (verdadeiras pérolas):

– tratou-se de um jantar de anos de 11 pessoas, marcado com 3 ou 4 dias de antecedência, e, ao chegar ao restaurante e sem termos sido avisados previamente, deparamo-nos com a existência de uma ementa especial “Dia dos Namorados”, com um número de pratos bastante reduzido e com preços inflacionados. Quando questionámos o funcionário sobre a falta de respeito que constituía a situação, ele responde em tom jocoso que, estando nós 3 rapazes e 3 raparigas (na altura ainda só estávamos os 6), poderíamos aproveitar para formar 3 casais. Está na cara que, dadas as circunstâncias, não achámos piada nenhuma à boca.

– fomos avisados de que a cozinha estava muito atrasada (demoraria cerca de 30, 40 minutos) e que portanto o melhor seria pedirmos uma entrada, o que acedemos. A entrada veio 25 minutos depois, num prato colocado num canto da mesa, pelo que pensámos que viria um outro para as restantes pessoas, algo que nunca chegou a acontecer. Os pratos principais vieram exactamente 1 hora e 18 minutos depois. Há a destacar que, exactamente uma hora depois do pedido, chega um prato completamente isolado que, passado alguns minutos e depois da nossa amiga ter começado a comer, é retirado por ter vindo para a mesa por equívoco.

– foram pedidas quatro massas intituladas “Tagliatele Tentazione”,  em que um dos ingredientes é carne de vitela. Acontece que, quando vieram para a mesa, uma das massas simplesmente não trazia carne a acompanhar. Reclamámos e vem um novo prato, desta feita com carne… de porco, sem aviso de que isso ia acontecer, na tentativa clara de nos aldrabar, da situação passar despercebida.

– depois de todos estes acontecimentos, decidimos chamar o gerente para efectuarmos uma queixa veemente. O gerente só apareceu 45 minutos depois e perante a ameaça da nossa parte de que, caso ele não aparecesse nos 5 minutos seguintes, sairíamos sem pagar. O gerente ouviu tudo o que eu disse, riu-se de forma comprometida quando lhe falámos da questão da carne de porco e limitou-se a dizer que iria buscar o livro de reclamações como pedimos (e onde efectuámos diversas queixas). Nem um pedido de desculpas, nem uma justificação: cordialidade, competência e profissionalismo abaixo de zero.

– depois de tudo isto vem a conta com um prato a mais. Absolutamente sem comentários

Conclusão:

Um verdadeiro escândalo, mau de mais para ser verdade, ainda para mais tratando-se de um restaurante com estas pretensões. Por tudo isto, Giuseppe & Joaquim é um restaurante para não voltar nunca mais e para aconselhar toda a gente a simplesmente não ir.

P.S. Acrescente-se na lista negra de sítios a não voltar (decisão que, diga-se de passagem, já deveria ter sido tomada há muito tempo) esse espaço nocturno meio-broeiro, meio pseudo-elitista (a combinação destes dois conceitos resulta em algo impressionante) chamado “Ar D’ Rato”.

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73 respostas a Giuseppe & Joaquim: um jantar deplorável num restaurante para nunca mais voltar

  1. António P. Neto diz:

    Depois desta “review” podem esquecer a estrela no guia Michelin!

    • Francisco Góis diz:

      Eu ontem tambem fui ao Giuseppe & Joaquim e fui muito mal servido. Fiz a reserva uma semana antes e não fui avisado de ser uma ementa fixa e com preço fixo, solicitei a presença do responsável para lhe comunicar o meu desagrado e não vi se quer preocupação da parte dele, enfim estava lá porque quiz ninguém me obrigou a ir lá comer. Depois é que veio o pior, o primeiro prato e o café teve um espaçamento de 3horas dificil de acreditar não é, mas é verdade. reclamei como é lógico. O gerente teve ainda o descaramento de se recusar a preencher a venda a dinheiro com os meus dados dizendo que não era obrigado outra falha gravissima mas enfim. Eu enquanto me lembrar não volto lá. Por mim pode fechar porque não foi uma falha pontual foi mau profissionalismo e sei do que estou a falar é a minha àrea profissional.

  2. NUNO ALVES diz:

    Acho abusado comentario devido a movimento nessa noite. Tambem jantei la o srviço estava atrasado mas nao me quexo da qualidade .

  3. José Maria Pimentel diz:

    Quando li o título do post e me saltaram a vista os negritos pensei: Lá está o Torgal mais uma vez, com a sua alma de Manuel Alegre, a vociferar contra tudo e contra todos! Provavelmente teve azar…

    A primeira parte de ilação mantém-se, claro…! Mas tenho q dizer que revi a segunda… Se há coisa que me irrita são gerentes/donos de restaurantes presunçosos e desrespeitosos em relação aos clientes… Parecem instrutores de condução. O problema é que, ao contrário dos últimos, o seu rendimento não é garantido. Imagino que o gerente do restaurante se esteja nas tintas para uma dúzia de clientes, insignificantes, pensará decerto, na elevada afluência que o seu restaurante tem.
    O problema é que, em Coimbra, os restaurantes – tal como discotecas, já agora – raramente se conseguem manter na berlinda. E quando conseguem, não é tratando mal os clientes.

    Também me irrita a “nouvelle cuisine”, mas este restaurante, nem me parecia ser o género. Parecia-me caro, mas não minimalista. Aliás, sempre que lá fui comi umas improváveis pataniscas que dão, sem problemas, para duas pessoas.

  4. João Torgal diz:

    Nuno:

    Quem não tem capacidade, nem condições para ter um restaurante destas dimensões, simplesmente não o tem. Há que ser tão pragmático quanto isto, ainda para mais quando se trata de um restaurante tão pretensioso e que deve dar lucros incalculáveis. Pior que incompetência, é incompetência pretensiosa.
    Quanto à qualidade do serviço prestado, acho que o meu texto e os diversos protestos efectuados durante essa noite por muitos clientes falam por si.

    Zé:

    Não é de facto “nouvelle cuisine” pura e dura. Mas que tem uns toques…. Quanto ao ser caro, pedir uma garrafa de vinho da casa que custa nada mais, nada menos, que 11 euros e que é… Alandra (uma das garrafas mais baratas de um qualquer supermercado) fala por si.

  5. André Amado Belo diz:

    OK, o recado tá dado, quando for a Coimbra, vou evitar jantar no “Giuseppe & Joaquim”! Aqui a zona de Leiria/Fátima também é pródiga em restaurantes assim, pseudo-elitistas e qualidade zero!! Excepção feita ao Malagueta Afrodisíaca, em Leiria

  6. Se voces fossem homenzinhos, punham todos as paneleirices de parte e iam ao Costa, a Santana, ou a outro das dezenas de tabernuncios que nunca ouviram falar da vida. Comiam um assado ou um cozido à Portuguesa, meia de bacalhau, o bitoque/imperial… Qualquer questão, para chamar o gerente bastava mandar um punho no balcão.
    Preferem essas coisas mais ao estilo Brokeback Mountain, sujeitam-se… Já o sushi é o mesmo esterco – muito presunçoso e pouco alimentício.
    Já para não falar do perigo da SIDA que prolifera nesses ambientes mais village people.

  7. José Maria Pimentel diz:

    Sim, eu também me sinto bem a escrever coisas dessas…

  8. RJ diz:

    Caríssimos,

    Restaurantes onde o preço depende da decoração e pan********** já demos!

    Não há paciência para aturar a acefalia alheia. Eu cá mantenho-me fiel a meia dúzia de restaurantes onde não importa o que se paga, se come bem (O Bacalhau, Zé Manel, Restaurante Sereia, Nacional, D.Pedro, Munich).

  9. francisco martins diz:

    acho incrivel como 11 kikos armados em drs sentados na mesa ao meu lado reclamam desta maneira!as coisas nao se passaram bem assim nem demorou tanto tempo como dizem.o restaurante estava cheio mas cheio,vou 2 ou 3 vezes por semana e á muito tempo e vou continuar a ir e esperar porque vale a pena e recomendo,agora estes peseudo drs dá vontade de rir……enfim kikos com mania que sao gente fina e nao suportam quando sao tratados de igual para igual

  10. José Maria Pimentel diz:

    Também tenho essa opinião, Francisco Martins… “á muito tempo!!”

  11. Meu caro Francisco:

    De facto, exigir ser bem tratado num restaurante, ainda para mais caro, não faz realmente qualquer tipo de sentido (que atrevimento o nosso, francamente). Mas, aliás, é por ser um dos “kikos ou drs. armados em gente fina” que prefiro ir a tascas óptimas e com preços em conta, como o Zé Manel, o Zé Neto ou o Quim dos Ossos, do que a restaurantes caríssimos e pseudo-finos como o Giuseppe & Joaquim. É a chamada “lógica da batata”.

    P.S. 1: Se 1 hora e 20 não é esperar muito, o que seria esperar muito? 3 horas?

    P.S. 2: Com toda a sinceridade, obrigado pelo comentário. É bom ver por aqui comentários de gente nova. Só é pena termos escrito tão pouco nos últimos tempos. Esperemos que isto mude rapidamente.

  12. RJ diz:

    Eu vou a restaurantes acima de tudo pela COMIDA. Quem quiser ir a restaurantes para ver gente bonita, para se mostrar ou porque se sente socialmente mais “elevado” está no seu direito. Mas quando o preço não corresponde ao serviço é natural que as pessoas se queixem.

    Tal como diz uma pessoa que conheço,

    “Merda toda a gente come, é preciso é saber-lha dar”

  13. André Gonçalo diz:

    Boa Tarde a todos…

    De facto o título deste post salta a vista e foi por esse motivo que o decedi ler…

    Eu sou cliente (não assíduo) do referido restaurante e sinceramente acho um pouco exagerado os comentários do autor do post.
    Eu também estive presente na referida noite no Giuseppe e fui muito bem tartado, claro está, com compreensão pelos supostos atrasos que num dia como esse são perfeitamente normais…

    Realmente Coimbra é pródiga em pessoas que gostam de ser tratadas “acima da média” como se fosse essa a verdadeira razão pela sua frequência neste tipo de locais…

    O que realmente acontece é que amor com amor se paga e prepotência com prepotência se paga e no caso do autor … falta de paciência e respeito com falta de paciência e respeito se pagam…

    Acho sinceramente um comentário com um certo exagero tendo em conta o dia e a situação…

    • luzinete silva diz:

      Concordo plenamente com vc,estou total e derivadamente de acordo,mas infeslismente e assim a uns tipos de clientes sem um pingo de paciência que chega nos restaurante e quer atenção toda dos funcionarios so para eles e tenho dito.

  14. José Maria Pimentel diz:

    Bem, uma coisa é certa, este restaurante atrai meio mundo. Parece que toda a gente esteve no dito jantar!

    Ao ler os comentários apercebo-me que, para além do autor, o Nuno Alves, o Francisco Martins e o André Gonçalves estiveram lá.

    Espantoso como se reuniu aqui tal pândega!

    Ahah! …hilariante!

  15. André Gonçalo diz:

    …pandêga?

    Será normal uma pessoa ir jantar a um restaurante muito em voga na cidade num dia dos namorados?

    …se calhar não é… foi coincidência…

    …pandêga à portuguesa… hilariante

    não merece a pena chover no molhado… todos têm a sua opinião… e também todos merecemos uma 2ª oportunidade…

  16. José Maria Pimentel diz:

    Ó homem, acalme-se!

  17. António P. Neto diz:

    Ó André, o tempo que esteve à espera podia ter aproveitado e pedir um dicionário, eheh

  18. André Gonçalo diz:

    Ó homemzito tou calmo…

    Ó neto… dicionário…

    mas pensa que eu hesitei em saber o que era uma pandêga?

    pelos vistos o neto é que pensou duas vezes na palavra… e mesmo assim…

    que eu saiba este espaço serve para comentar o post, mas estou a ver que os comentários começam a partir para uma mediocridade digna de homens de palmo e meio…

    relamente por vezes queremos dar ouvidos a quem nem sequer tem boca para falar…

  19. António P. Neto diz:

    Pois não, André. Não hesitou. Mas devia. É que, caso ainda não tenha reparado, escreve-se “pândega” e não “pandêga”. Mas não ligue, isto sou só eu a redundar na minha mediocridade. Cumprimentos!

  20. André Gonçalo diz:

    pois só pode… estou a ver que é um rapaz muito bem sucedido no meio…

    … e realmente não reparei no meu erro… obrigado pela sua atenção e correcção…

    cumprimentos!

  21. pedro diz:

    cheira-me que alguem por aqui é shareholder do bom velho giuseppe

  22. António Marques diz:

    Boa Tarde a todos,
    Tenho pena em aparecer tão “fora de horas” neste post. Tenho umas anotações a fazer em relação à escrita deste post, uma vez que quando se faz uma crítica, seja ela boa ou má, de o que quer que seja, a não ser por uma parcialidade nos acontecimentos, o que se diz é a verdade, logo de notar, que o administrador, é um mentiroso.
    “…na tentativa clara de nos aldrabar, da situação passar despercebida.”
    Acredito que não tenha havido a necessidade de aldrabar quem quer que seja, por isso não seja tão obtuso em relação a não conseguir considerar um erro de preparação do prato e a desde logo manchar a marca de um restaurante.
    O mundo não pode ser apenas um olá e um adeus, João, se não se sabe brincar, especialmente num dia dos namorados, com o empregado a responder com o “tom jocoso” para formarem três casais, então não deve ser o jovem que eu achei que era, mas talvez um senhor, porque de Doutor, obtuso como é, não tem nada. Tenho é pena em se encontrem cada vez mais senhores com mania que são doutores por serem de Coimbra.
    Outra coisa, “ameaçar sair do restaurante sem pagar”?! O João deve ter reparado que o restaurante estava cheio, certo? O João reparou que a comida estava a demorar mais, certo? Então o João não pensa que o dono do restaurante deve ter estado com trabalho para fazer com que os pedidos saíssem o mais rápido possível? Eu próprio já fui confrontado com a espera do livro de reclamações num outro estabelecimento, porque essa é uma das formas para tentar dissuadir o cliente de nele escrever, isso toda a gente sabe, mas agora ameaçar que saem sem pagar?! Senhores com a mania de Doutores, mal formados, claro está.
    “O “Giuseppe & Joaquim” é, pelas suas gigantescas dimensões, pela forma como está decorado, pelo tipo de serviço e pela carta, um restaurante aparentemente pretensioso, com supostas aspirações de ser um espaço de referência da cidade” Preso por ter cão, preso por não o ter. Se a cidade não tem um bom restaurante, com boa comida, com um bom ambiente, o que se faz? Critica-se. Se realmente existe esse espaço o que se faz? Critica-se.
    Gostava um dia de ler aqui neste blog uma crítica construtiva e não uma qualquer história de infortúnios com o simples objectivo de manchar o nome a um restaurante que, sim tem os seus pontos negativos, mas não é necessário tamanho campo de tiro sem fim à vista.
    Cumprimentos a todos e desculpem o “atraso” significativo aquando à postagem e ao meu comentário.

  23. É pena o cliente não vir com livro de reclamações, não é? Parece-me que foi aldrabado!
    Mas se gostava de ver por aqui uma crítica construtiva, leia o blog mais vezes. O mundo não pode ser só olá, clientes satisfeitos e adeus.
    Se não se sabe aceitar criticas, especialmente num dia de casa cheia, com clientes pouco dispostos ao “tom jocoso” do empregado para formarem três casais, então não deve ser o cozinheiro/gestor (para levar a critica tao a peito…) que eu achei que era, mas talvez um senhor, porque de gestor, obtuso como é, não tem nada. Tenho é pena de encontrar cada vez mais senhores com estabelecimentos cuja divisa esta longe de ser “o cliente tem sempre razão”.

    Prepare-se, pois andam por ai clientes “obtusos” que têm a mania, inconveniente, de se queixar de serviços… ainda para mais do bom Giuseppe!

    Enfim, não falo pelo blog, mas por mim. Deixo a resposta ao “Doutor” Torgal.

  24. Pingback: Giuseppe & Joaquim « A Mesa de Café

  25. José Maria Pimentel diz:

    Devo dizer que, não obstante a justeza da crítica, tenho pena do gestor do restaurante. É que se alguém escrever Giuseppe & Joaquim no google esta é a primeira entrada, para além das oficiais. Ou seja, um qualquer cliente que procure o restaurante na net lerá, com muita probabilidade, este post.

    O que é bom. Mas tenho pena, porque seria justo que outros restaurantes, talvez piores neste aspecto, tivessem o mesmo cartão de visita indesejado.

    P.S. No Giuseppe & Joaquim come-se, valha a verdade, bem. Gosto principalmente de umas improváveis pataniscas de bacalhau! E sim, o André Marques tem razão, não concordo com a crítica ao restaurante por ser caro e pretensioso. Também são precisos esses restaurantes. E a prova é que há procura. O que não invalida que devam servir bem (ainda mais que um restaurante “normal”).

  26. António Marques diz:

    Boa tarde,

    Quero desde já dizer que eu não sou nenhum gestor/cozinheiro/empregado, ou qualquer parte afiliada ao restaurante. Sou apenas um cliente, como todos vocês. Por lapso meu, esqueci-me de mencionar logo no meu primeiro comentário.
    Eu apenas me exprimi, porque acho de mau gosto, manchar o nome do restaurante apenas porque o João se deparou com inúmeros azares, num dia com, de certeza, demasiado movimento, devido ao que escreveu no post, pois não estive presente nesse dia logo não posso comentar a esse respeito. E como o José mencionou, quando se procura no Google “Giuseppe e Joaquim” este post é uma das primeiras entradas, por isso alguém que não conheça o restaurante e encontre este post, fica com uma má imagem de um restaurante que tem os seus defeitos mas que não é o bicho que aqui se escreve, como por exemplo neste comentário:

    “André Amado Belo Diz:
    Fevereiro 16, 2009 às 8:27 pm | Responder

    OK, o recado tá dado, quando for a Coimbra, vou evitar jantar no “Giuseppe & Joaquim”! Aqui a zona de Leiria/Fátima também é pródiga em restaurantes assim, pseudo-elitistas e qualidade zero!! Excepção feita ao Malagueta Afrodisíaca, em Leiria”.

    Em resposta ao Pedro Ruivo, há clientes que deviam trazer livros de reclamações sim senhor, porque no seu grupo de amigos ou conhecidos, deve conhecer pelo menos um que tenha um feitio ou paciência abaixo do normal e se queira queixar por tudo e por nada, como também há no meu. E posso ser obtuso em algumas coisas, mas em gestor não sou, porque de gestor do restaurante não tenho nada, mas o Pedro também não sabia 😉
    Só queria dizer que, sempre que lá fui, noto um toque nouvelle cuisine na apresentação dos pratos, mas não ao ponto de cozinha francesa em que se olha mas não come, tenho pena que se tenha deparado com essa situação João.
    Finalmente, e desculpem-me mais uma vez alongar, despeço-me com esperanças que o João alguma vez possa mudar de opinião e volte ao restaurante e consiga saborear uma boa refeição.
    Cumprimentos a todos.

  27. António:

    Achei este segundo comentário bastante mais construtivo que o primeiro e portanto aceito-o com fair-play.

    Mantenho a mesma opinião: um restaurante deve tratar os clientes com respeito e, mais do que qualquer outra coisa, foi isso que me desagradou.

    Aproveitando os comentários gastronómicos, aproveito para fazer rasgados elogios ao Quim dos Ossos: tasca típica, comida boa, gente simpática e preço baratíssimo. A mostrar que a simpatia de uma tasca pode ser bastante mais interessante e efectiva do que a falsa cordialidade de um sítio fino.

  28. António:

    Por “obtuso” nunca intencionei insultá-lo. Aliás, se reparar, é parte do seu escrito… modificado para a óptica do cliente.

    José:
    Já ando farto das tuas “improváveis” pataniscas de bacalhau. Pode ser que te sirva um improvável soco 😀

  29. António Marques diz:

    João:

    Tem toda a razão ao afirmar que os clientes devem ser tratados com respeito, assim como o trato a si, após verificar ter sido um bocado rude no meu primeiro comentário, só que mais uma vez o João diz “a falsa cordialidade de um sítio fino”, mas atreva-se a ir lá num dia mais calmo, de certo que não se vai arrepender, tente compreender o dia em questão.

    Pedro:

    Gosto de pensar que não, como também não era a minha a de insultar qualquer um dos envolvidos no post em questão, vejo agora que saiu um bocado mal, mas na altura o que li não pareceu, e ainda não parece, ser a imagem verdadeira do restaurante, tenho é pena do que se sucedeu.

    Eu só defendo o restaurante, porque nunca fui lá mal tratado ou mal servido e porque a imagem que aqui passa é a que não se deve dar uma chance sequer.

  30. Roberto Lins diz:

    Somos brasileiros. Fomos, eu e minha esposa, ao restaurante Giuseppe & Joaquim e lá fomos muito bem tratados e pudemos apreciar a qualidade da comida a nós servida. Retornaremos lá um dia e aconselho o restaurante a todos os meus amigos.

  31. Zé Bandeirinha diz:

    Confirma-se a minha teoria…

  32. Roberto Lins diz:

    Existem teorias inteligentes e teorias burras. Às vêzes, um muy macho pode ser um paneleiro ou vice-versa. É uma questão de hermenêutica.

  33. Vítor Nogueira diz:

    Sr. Torgal é provável que tenha tido apenas azar nesse dia nem sempre as coisas correm bem, não correu para sim certamente e é provável que para o Restaurante Tb, mas como digo nem sempre acontece tudo perfeito…

    Eu comi lá fui excelentemente bem recebido, comi melhor ainda e prepotência não vi nenhuma, o que vi foi uma simpatia e simplicidade enorme de quem nos serviu e não só…

    O Sr. torgal será provávelmente perfeito em tudo o que faz… nada lhe corre mal certamente, é uma virtude que não conheço pois penso não haver pessoas / serviços sempre perfeitos…

    Aconselho o Giuseppe & Joaquim e aconselho igualmente que vão para lá com fome pois comem muito e bem!!!

  34. Catarina Pereira diz:

    Boa tarde!

    este comentário pode não ser muito pertinente no tempo, mas já agora, aqui fica mais uma experiência com o afamado restaurante Giuseppe & Joaquim:

    Numa noite em que a ocasião, aliada à vontade de conhecer novos espaços em Coimbra, exigia um jantar num sítio que se queria especial, decidi jantar no Giuseppe & Joaquim, curiosamente depois de ler este post e os respectivos comentários. Ao contrário do que se seria previsível, este post não me dissuadiu de experimentr o criticado restaurante, apenas de instigou a ir lá tirar as minhas próprias conclusões, o que comprova que o apanágio “falam mal, mas falem de mim” não é absolutamente desprovido de sentido.

    Ora, quanto aos pontos positivos deste retaurante, tenho a realçar a minha satisfação em relação à simpatia e coordialidade dos funcionários pelos quais fui atendida, bem como em relação às características do espaço.

    Por outro lado, o tempo de espera foi sempre bastante superior ao esperado numa noite em que a lotação do restaurante estava muito longe de estar lotada. No entanto, esta insatisfação com o tempo de espera de atendimento em nada se compara com o meu descontentamento causado pela qualidade da comida. Os dois pratos (diferentes) que haviam sido pedidos foram levantados quase intactos, a confeccção da comida estava indescritívelmente má e eu nem queria acrediar que era aquela “iguaria” que havia merecido o repetido título de “boa comida” por alguns (demasiados) dos comentadores deste post.
    Valeu-nos o sistema de buffet de entradas e sobremeses para enganar o apetite que nos assaltava naquela noite.

    E como, para além de quaisquer motivos que dêm o mote a um jantar num restaurante mais ou menos requintado/caro, é efectivamente para comer bem (ou minimamente bem, o que de todo não foi o caso) que lá vou, reitero o título deste post: “Giuseppe & Joaquim: um jantar deplorável num restaurante para nunca mais voltar”.

  35. João Silveira diz:

    Bom dia

    Somente participo para referir o seguinte…O dito restaurante tem uma ementa normalissima…pensei que se tratasse de um restaurante recomendado a Michelin, mas não…apercebo-me de ser um restaurante para jovens que desconhecem o que é o prazer da gastronomia.

    Os “mimos” com que se brindam só vos caem mal…a todos.

    Não irei a esse restaurante…não baseado nas vossas opiniões, mas porque simplesmente a carta não me seduz…È do meu ponto de vista normalissima.

  36. Pingback: Reposição da Honra do restaurante Giuseppe & Joaquim « A Mesa de Café

  37. diz:

    Se se queixam do Giuseppe gostaria de saber o que acham do Psicológico… Esse sim… esse nao devia estar na lista negra mas sim ser fechado a título definitivo!

  38. jmam diz:

    À comitiva do bro….. torgal(espero que este comentario nao seja retirado como foram outros e só publicou o que lhe interessa)este ano volto lá a estar, somos só 12 mais 4 que na mesa ao vosso lado no ano passado……á pois já lá vai um ano. È só publicidade para um restaurante que se esqueceu dos doutores de COIMBRA. Aimda um dia te pedem desculpa!!!!!rsrsrssrrs

  39. António P. Neto diz:

    Caro Jmam:

    Respondo apenas a um dos “pontos que abordou”, já que também sou responsável pela moderação do blog.

    Nenhum comentário a este post foi censurado até à data. Os únicos comentários censurados aqui n’ “A Mesa” são aqueles que contenham SPAM ou ofensas gratuitas.

    Cumprimentos

  40. perdfef diz:

    O senhor organiza um jantar de aniversario no dia de São Valentim é normal que na ementa lhe ponham comida adequada para esse dia.
    O que senhor devia ter feito era quando reservou as mesas deveria perguntar a ementa. Agora é preciso fazer uma tempestade dentro de um copo vazio de água!

  41. Pingback: Ensit-Hell | A Mesa de Café

  42. ines diz:

    Já tinha lá ido várias vezes antes e, embora ache que o preço é elevado, nunca tive qualquer problema a apontar. Sempre fui bem atendida e bem servida.

    Ontem, dia 25 de Fevereiro de 2011, num jantar de anos de uma amiga onde éramos 20 pessoas, o combinado entre nós e o restautente era 13,5 euros por pessoa com direito a rodízio de massas e bebidas à discrição. Até aqui tudo bem.
    Sentamo-nos cerca das 21:30 e só fomos servidos a partir das 22:30 onde apareceram 6 travessas de massa, muito mal servidas. É de salientar que na carta, o prato que nos foi servido está indicado para 2 pessoas e tem um custo de 30,25 euros. Claro que para o que nos foi servido e para o número de pessoas que éramos a comida desapareceu instantaneamente. Esperamos cerca de 3o minutos na esperança que viesse mais comida.
    Chamamos o empregado, e perguntámos pelo facto de não aparecer mais nada na mesa. Chegaram 2 travessas iguais às que nos foram servidas anteriormente alegando que era o reforço. Pedimos ao empregado que chamasse o gerente do restaurante. Ao questionar o mesmo (com o qual tínhamos feito a reserva) a cerca do rodízio, ao qual ele nos respondeu que num restaurante tão conceituado como aquele, não poderíamos querer “comer a noite toda”. Quando confirmamos que queríamos o tal rodízio de massas, por email, disse-nos que não queria ter ser indelicado connosco, ao dizer que não haveria rodízio. Publicidade enganosa.
    Se cada um de nós tivesse pedido um prato de massa da carta, ficava muito mais bem servido, e pagaríamos muito menos.
    Em relação às bebidas, sempre que era necessário alguma bebida éramos obrigados a pedi-la no mínimo 5 vezes, se não, nunca viria para a mesa.
    Pedimos o livro de reclamações ao gerente o que ele nos responde que não! uma vez que só escreveríamos no mesmo se a comida estivesse fora de condições o que não se confirmava uma vez que tínhamos comido tudo.
    O nosso espanto é, quando o gerente nos diz que estamos a reclamar e que ainda temos direito a sobremesa, café e espumante e que a minha amiga até lhe tinha agradecido ao telefone pelo mesmo. Perfeita mentira. Para nos trocar mais as voltas. Sim, porque até tínhamos levado um bolo, uma vez que a sobremesa não estava incluída.
    Pouco tempo depois, depois do “prato principal” lá apareceram as “tão esperadas” sobremesas, os cafés e o espumante .
    Confrontados com a situação anterior não saímos do restaurante enquanto o gerente não nos entregasse o livro. Quando finalmente apareceu o livro de reclamações, ficamos espantados pelo facto do sr gerente nos informar que a página a escrever seria a do meio do livro. Exactamente onde estão os agrafos. Achamos estranho e demos conta que não seria aquela a folha mais apropriada para o fazer. Quando encontramos a folha que deveria ser preenchida o gerente indicou-nos para preencher a nossa identificação pessoal onde supostamente seria a identificação de quem nos servia o serviço (o restaurante). Deste modo, o gerente, diz-nos que não temos nada a fazer uma vez que nos teríamos enganado a escrever os dados. Claro está que não cedemos, e depois da explicação do sucedido nessa mesma folha, fizemos uma nova reclamação na folha seguinte. Só faltava não nos darem a cópia!

    No final nem um pedido de desculpas. Para nunca mais lá voltar.

  43. António P. Neto diz:

    Olá Inês

    Obrigado pelo seu comentário. É que os gerentes do restaurante estão convencidos que se trata de uma cruzada “dos doutores de Coimbra” contra o seu irrepreensível espaço. Afinal, é sempre mais fácil pôr as culpas em alguém em vez de melhorar, não é?

  44. ines diz:

    Exactamente.
    Um prato de 30 euros para duas pessoas na carta, teve que dar para 4 pessoas ontem à noite por cerca de 50 euros, ainda por cima, pior servido que o normal. Ainda bem que era rodízio, se não, nem sei o que comeríamos.

  45. ines diz:

    Ja escrevi nos testemunhos no site do restaurante. O comentario nao aparece. So deve aparecer quando for aceite. Ou seja, nunca. Só tem la 3, todos a dizer bem do famoso estabelecimento.

  46. Vítor diz:

    Epá, comam em casa ou simplesmente não frequentem espaços que não gostam…

    Eu sou do nortenho …. “bem longe do restaurante” já lá comi e bem….

    Este post tem já muitos meses mesmo penso que mais de um ano…. e vejo muita gente a MARRAR com o restaurante com comentários sucessivos vindos sempre dos mesmos ou dos amigos dos mesmos….

    CALEM-SE e comam o que gostam e onde gostam…. se não gostam de nenhum ou não têm dinheiro para pagar o que consomem fiquem em casa.

  47. António P. Neto diz:

    Caro Vítor:

    É curioso que tenha chegado aqui tão rápido. Sabe que, ao contrário de si, eu não o vou mandar calar. Todas as pessoas que quiserem vir aqui dar a sua opinião são bem vindas: não demoramos a trazer o livro de reclamações, está prometido.

    Acontece que o que diz não é verdade. Nem a autora do comentário é amiga de quem quer que seja nem o comentário tem mais de um ano; se tivesse lido com atenção veria que a cliente relata algo que se passou no dia 25 de Fevereiro de 2011. Ou seja: ontem. Pelo que há problemas, parece-me, que continuam actuais.

    Depois, nunca frequentei o Giuseppe & Joaquim nem pretendo. Frequentei o restaurante do mesmo grupo: “Still is” onde apesar das sucessivas demoras comi bem (se calhar o facto de não ter pago ajudou). Como bem disse uma comentadora aqui, e para quem aterra aqui vindo do Google, vão e experimentem. E relatem a experiência, se possível. A diversidade de opiniões é uma coisa boa, não é?

    Não é?

    • Vítor diz:

      Sr. António este post foi iniciado a15 de Fevereiro de 2009 estamos em 2011, não cheguei rápido, fiz sim uma pesquisa no Google faz mais de um ano pois queria saber mais do restaurante no qual iria Jantar com amigos… até que encontrei este post, coloquei um visto para receber comentários no meu email.

      A diversidade de opiniões é uma coisa boa, no entanto confunde-se liberdade de expressão com o “bota abaixo” … apercebo-me que mais parece uma campanha a denegrir, é um hábito do português o invejar, denegrir, tendo em conta a localização do restaurante, parece-me que certas pessoas de Coimbra usam e abusam da sua intelectualidade e da “sigla” Doutor…

      Simplesmente quem não gosta não come, escusando-se de recorrer a comentários públicos e lamentáveis… aos desgostosos do serviço prestado em qualquer restaurante ou negócio a solução é resolver com o próprios…

      A minha Passagem de ano em 2009/2010 foi lá….vi empregados a correr atrás de clientes na rua que não pagaram e ainda levavam consigo enfeites e até talheres….

      Tendo visto isto penso que é o Giuseppe & Joaquim quem está mal servido de certos clientes…

  48. ines diz:

    Peço desculpa mas que eu saiba ainda existe o direito à liberdade de expressão em Portugal.
    E engana-se, porque não sou amiga nem conheço ninguém aqui no blog.

    Aliás, sempre gostei do restaurante, e sempre o recomendei.

    Mas tenho o direito de também de dar a minha opinião se não gosto.
    Vim parar a este blog depois do que se passou, fazendo uma breve pesquisa no google.

    “se não gostam de nenhum ou não têm dinheiro para pagar o que consomem fiquem em casa.”

    Não se trata aqui de dinheiro, mas sim de serviços prestados.

  49. António P. Neto diz:

    Acho que o Sr. Vítor não está bem a ver “o filme”.

    Pode muito bem haver o tipo de pessoa que descreve no seu segundo parágrafo, e nem duvido que esse tipo de pessoa frequente assiduamente espaços como este. Mas se vir bem as coisas não há aqui nada que lhe indique ser o caso. Eu não sou licenciado (ainda) nem há nada no comentário da Inês que faça supor o contrário (e mesmo que fossemos, isso faz com que não possamos falar?). Ninguém aqui puxou a si nenhum “título”. “Inveja”!? “Comer e calar!?” Mas vivemos onde!? Em Cuba? Na Coreia do Norte?

    Não, Vítor, a solução não é “comer e calar” nem “resolver com os próprios”, especialmente quando os próprios se apresentam de má-fé.

    A solução é, mesmo, denunciar, porque é isso que se faz num país livre, em que as pessoas têm o direito de se expressar e de se fazerem ouvir. O Vítor não ouviu aqui ninguém dizer que A ou B deve dinheiro a X ou Y ou que dormiu com a filha de Z. Não se trata de difamação: trata-se puramente de deixar um testemunho sobre a forma como A prestou determinado serviço.

    Vou-lhe dar um exemplo: a iLoja, uma loja que efectua reparações na zona de Lisboa é líder no mercado em reparações de iPhone. Sabe como? Quando pesquisa no Google “reparações iphone” o primeiro link que lhe aparece (não patrocinado) é precisamente de um blog onde dezenas de pessoas relatam a forma profissional e competente como a empresa desempenhou a sua função.

    Não acompanhou o caso “Ensitel”? Empresas a silenciar clientes insatisfeitos? Se acompanhou o caso viu bem no que deu.

    Pesquise pelo “Museu do Pão” em Seia, ou tantos outros restaurantes. Em Coimbra dou-lhe vários: “Via Lusitânia”, “Praça do Marisco”, “Zé Carioca”. Até o da “Quinta das Lágrimas”, em que se paga exactamente o que se come. Não me viu de certeza a queixar do que quer que fosse relativamente a estes restaurantes. Ninguém aqui quer “botar-abaixo”; quer, sim, ser levado a sério e fazer com que mais ninguém passe pelo que passou, quando aquilo que pretendia era apenas um bom jantar entre amigos. Se não compreende isto, é porque existe, de facto, um target para estes restaurantes: o cliente que paga (bem), come (ou não) e cala. E eu não faço parte dele, certamente.

  50. Vítor diz:

    Nos meus comentário não me referi a ninguém em especifico e como o António disse nunca lá entrou nunca lá comeu… então porque comenta o que não conhece e pelo que disse tb não quer conhecer…

    Eu disse se ler com atenção os problemas resolvem-se com quem os tem, neste caso o referido restaurante e não na praça pública…

    Continuam enganados quanto à liberdade de expressão…

    A Inês então que sempre gostou e sempre recomendou esse restaurante… vejo que quando alguém falha consigo uma única vez, vc julga logo na praça pública….

    Palavras suas “Aliás, sempre gostei do restaurante, e sempre o recomendei.” e logo de seguida diz “Mas tenho o direito de também de dar a minha opinião se não gosto.”

    Em que ficamos gostava e deixou logo de gostar….

    O restaurante a mim nada me diz apenas estou a comentar porque não gosto que se julgue e se critiquem as pessoas .

    Eu só frequento o que gosto e o que posso pagar, o que não gosto simplesmente esqueço e ignoro e não frequento, mas ao contrário de muitos não ando aqui denegrir a imagem ou as pessoas com as quais não me identifico…

    Haverá sempre gostos diferentes.. o vosso paladar não é o mesmo todos os dias.

    Como já estou tb um pouco cansado de 2 anos com tema vou colocar as mensagens como SPAM

    Felicidades e bons paladares

    Sejam felizes e comam bem

  51. ines diz:

    Enfim, ninguém falou aqui de ser ou não ser Doutor.

    Talvez se fosse, teria sido bem melhor recebida. Sim, porque se for necessário, o tal senhor gerente que foi mal educado e pouco profissional, quase se senta na mesa enquanto jantamos, a perguntar se está ao nosso gosto.
    Tal como já lá fui várias vezes com Srs e Sras Dras que tanto fala.

    E sim, tenho 20 anos, estou no último ano da minha licenciatura, e não é por isso que não me importo de ser mal servida, num restaurante de categoria, como é conhecido.

    Todos temos que ser respeitados, independentemente da nossa idade, cor, aparência, título!
    Eu não faltei ao respeito a ninguém. Apenas expus aqui a minha situação.

    Não sei porque ficou tão indignado!

  52. ines diz:

    Nem vou continuar esta conversa, porque simplesmente não leva a lado nenhum.

    Você tem a sua opinião e eu a minha ! E sim, deixei de gostar.
    Cumprimentos

  53. Cabeza Mendici diz:

    Olá a todos,

    Antes de mais, queria esclarecer que não tenho qualquer ligação com o restaurante giuseppe e joaquim. Por isso mesmo, estou a escrever de casa. Certamente que ainda não instalaram o wireless gourmet.
    Venho, obviamente, queixar-me dos queixosos. É inacreditável o que estão a fazer com o estabelecimento. Que bota-baixismo assombroso o destes doutores ainda não licenciados.
    Dei com esta review por acaso. Ia jantar com uns amigos e, quando fui ao computador, já estava escrito no google o nome do restaurante (tecnologia espantosa). Aliás, tendo eu já frequentado aquela casa – e onde já registei barbaridades que o staff tem de aturar dos clientes – não fazia sentido eu ir procurar detalhes sobre a mesma.
    Perdão… Volto mais tarde para reclamar com o blog e com os comentadores. É que entretanto os meus amigos já estão cheios de fome e eu acabei por não ver nada sobre restaurante nenhum… tal foi a indignação com que fiquei após a leitura de meia centena de comentários! Energúmenos que ousam dizer mal do sítio onde eu não trabalho, nem nunca fui antes e que me impediram de pesquisar tranquilamente o restaurante onde eu já sabia que ia jantar.

    A culpa é dos doutores e da universidade, que arruínam esta cidade!

  54. António P. Neto diz:

    António Neto “gosta disto”, meu caro!

  55. Vítor diz:

    Para finalizar os meus comentários neste post…

    Inês Indignado eu?
    Não… nem por isso, apenas desiludido com o povo que habita este inútil país….

    Ao António
    Não me respondeu… como participa num forúm bota-baixismo como diz Cabeza Mendici 🙂 se nunca lá entrou nem nunca lá comeu… como pode ter uma ideia formada sobre o assunto…???

    Bons paladares e bom senso porque um dia vão ter vossos negócios ou empregos e certamente que haverá pessoas a gostar dos vossos serviços e outras nem por isso e dessas outras vão ter aquelas que vos vão fazer o mesmo que estão a fazer ao referido restaurante e vão sentir o bota-baixismo na pele.

    Como diz nosso Presidente… e não sou Doutor 🙂 “Eu sei do que falo”… tenho o meu negócio (que não se trata de comida) e não me falta quem goste e quem não goste e aqueles que apenas me querem ver de porta fechada… 🙂

  56. José Maria Pimentel diz:

    Ó Vítor, tenho o “feeling” de que o senhor é assíduo frequentador das caixas de comentários dos jornais online. Ou estou enganado?

  57. Vítor diz:

    Redondamente Enganado

  58. António P. Neto diz:

    Caro Vítor:

    A razão pela qual não lhe respondi é simples. Leia outra vez o comentário do “Cabeza Mendici”. Diga-me que ponto de vista considera prevalecer. Dependendo da sua resposta, logo verei se valerá ou não a pena manter a discussão consigo.

    Até porque gosto sempre de assistir ao “Opinião Pública”, da SIC Notícias.

    Calado.

  59. Vítor diz:

    O “Cabeza Mendici” conhecerá melhor a vossa cidade que eu pois vou a Coimbra de passagem apenas a caminho da Lousã, ele conhecerá melhor pois não conheço nem Doutores nem Limpa retretes em Coimbra….

    É certo que muitos dos estudantes já se sentem Doutores sem o serem, se esses são vcs ou não não faço ideia… quanto à critica dele quanto ao queixosos, já sabe a minha opinião, não necessito de lhe fazer ver novamente o meu ponto de vista… até pq questão colocada foi anterior ao comentário do “Cabeza Mendici”…

    Como lhe disse um dia …e mais cedo do que pensa vai sentir isso na pele…!!! e mais não digo…!!!

  60. Maria Rodrigues diz:

    Eu também passei por coimbra e foi-me aconselhado o Giuseppe & Joaquim, como não conhecia nada, lá fomos. Vimos que se tratava de um restaurante caro, e como andavamos em viagem, tentámos poupar no vinho e pedimos cerveja. O empregado com cara de “chico esperto”, quase que se recusou a servir-nos cerveja, como quem diz, se vêm para aqui a beber cerveja é melhor que fiquem em casa. O que ele não deve saber, é que já há muitos restaurantes, onde é possivel levar o vinho de casa. Também deve estar a leste da crise que o País atravessa, o que vão sentir na pele nos proximos tempos. Depois de tudo isto, esperámos imenso tempo pela comida e quando chegou, um dos pratos não era o que pedimos, teve que ir para tráz, vindo depois a mesma carne mas com um molho diferente, nada a ver com o verdadeiro prato. O outro prato era uma especialidade do dia e foi recomendada pelo empregado, mas na verdade não tinha qualidade nenhuma e era caríssima. Os acompanhamentos dos pratos tambem não prestavam para nada, no nosso caso, resumiam-se ao que parecia ser restos de batatas e couves cozidas a boiar em agua. Se isto é um bom restaurante, não sei o que é mau. Bom só mesmo o espaço.

  61. Filipe Couceiro diz:

    Este post aparece nos primeiros lugares do google quando se pesquisa pelo nome do restaurante …

    Depois do que li não vou arriscar …

  62. luis Guimarães diz:

    Bom, não é que esteja a defender o restaurante em causa …. mas ir jantar numa noite de namorados já devia estar á espera ……………

  63. luzinete silva diz:

    Certeza que sim,mas uns certos tipos de pessoas que são mesmo assim,vão jantar ao restaurante e quer atenção dos funcionarios so pra eles,e praticamente impossivel ainda mais quando se trata de um dia como este (dia dos namorados),e restaurante Jiuseppe Joaquim,que e um restaurante muito bem sofisticado e tão procurado principalmente para essas ocasião.Se quer ser atentido rapido procura uma tasca ou que va a um barzinho qualquer.

  64. Nuno diz:

    Viva
    Estava preparado para lá ir este sábado para comemorar um acontecimento importante. Assim sendo … não vou. Acho que vou ao Nacional ou mesmo ao Zé Manel que é mais barato e não de menor qualidade. 🙂
    Li comentário espantosos aqui. Uns bons, outros nem por isso.
    Por exemplo … parece-me absurdo questionar um blog desta natureza e os comentários menos positivos ao restaurante. Se há as estrelas michelin para dar nota do que é positivo, quem assegura os comentários negativos? Ou vamos fazer tábua rasa do que se passa na realidade no serviço.
    Os “doutores”, como têm sido aqui designados, são clientes, acima de tudo, e como qualquer cliente merecem ser bem servidos, quanto mais num restaurante deste estrelato. Ser Dia dos Namorados não é desculpa … um bom restaurante mantém sempre a qualidade do serviço. A ganância é o que provoca estas demoras e falhas inaceitáveis.
    Depois … comentários como “A culpa é dos doutores e da universidade, que arruínam esta cidade!” são o espelho da ignorância e de sentimentos menos nobres de que são capazes os portugueses.
    Já agora … como não li tudo … não sei se alguém já terá tido a feliz (ou infeliz) ideia de dizer que a culpa teria sido do José Sócrates. Oh não … espera … agora é do Passos, não é?

  65. Maria diz:

    Bem…eu já lá fui várias vezes, gosto imenso e não tenho razão de queixa.
    bj

  66. Nuno diz:

    Aproveito a oportunidade (descobri o blog ao acaso) para informar que me convidaram para jantar na passada sexta-feira no dito restaurante.

    Não é de todo minha intenção defender ponto de vista A ou B. Escrevo como mero cliente, cujo interesse prima somente por sentir-se satisfeito quando nota que um serviço que vai de encontro à sua expectativa (e no presente caso, ao preço).

    Sem dúvida a decoração e o espaço em si está bastante bem conseguido. Diria de eleição, não fosse o serviço impressionar pela negativa.

    A pessoa que nos serviu tinha dificuldades em expressar-se em português inteligível, desconhece o que é um pastel de bacalhau (confundindo com rissois de leitão…Sei que parece incrível mas é verdade) e não prestou a assistência que julgo ser minimamente necessária. Visto que não havia tamboril para elaborar um arroz de tamboril, sugeriu-nos perca para substituir o mesmo. Porém a conta foi paga pelo valor do Tamboril, não havendo lugar a desconto ou qualquer atenção. Note-se porém que o meu desapontamento não se prende com o custo da refeição. E sim, com a falta de qualidade do serviço.

    Naquela noite (sexta-feira), o suposto DJ de serviço tinha a música com um volume elevado, dificultando a conversação, assim como praticamente todos os temas que passou desenquadravam-se totalmente com a harmonia, beleza e requinte do espaço. Sinceramente, a nível de música, parecia mais um bar de rua do que um restaurante. Não que eu não aprecie Tina Turner, Queen ou James Brown (2 temas nessa noite). Mas o volume e os temas eleitos não primaram pela criação de um bom ambiente. Claro que gostos não se discutem, mas na minha opinião, guitarra eléctrica e volume de som elevado não casam com aquele espaço.

    Atenção e cordialidade? Apenas na recepção e na altura do pagamento.

    Reitero que não sou de Coimbra e nem sou doutor. Sou apenas um cliente que achou que um espaço elegante e cheio de potencial como o Giuseppe & Joaquim tem, neste momento, um serviço muito, muito abaixo da média. E é com desagrado que qualquer pessoa despende mais de 130€ (2 pessoas) para sair insatisfeita e descontente.

  67. Beatriz diz:

    Eu sou cliente do “Giuseppe & Joaquim”, apesar das críticas efectuadas ao restaurante, será sempre um lugar que vou escolher quando pretender ir a um lugar com classe e Glamour onde não se aprecia apenas a comida mas também o espaço. Concordo plenamente que em dias em que o restaurante está completamente cheio, o tempo de espera desde o serviço de entradas até ao café seja de aproximadamente 3h, mas para quem já trabalhou num restaurante, sabe que, para um restaurante destas dimensões, com o numero de pratos que tem e todos confeccionados na hora não à milagres que valham quando a sala está cheia. Quanto ao preço, a ementa está à entrada do restaurante só entra quem quer, quanto à espera, este é um restaurante para convívio e apreciação do espaço, não é um lugar para comer uma refeição rápida, por isso quando se vai para lá, normalmente já se sabe que temos de esperar. A comida para mim é de excelente qualidade e gosto, bem servida, a maior parte das doses dão perfeitamente para duas pessoas. E mais uma coisa num restaurante onde serve centenas de refeições por semana, existe sempre a probabilidade de incidentes, em que sector de actividade esse tipo de situação não acontece. Mais se não quer esperar para ser servido, passe no restaurante de segunda a quinta sem ser datas festivas com dia dos namorados, dia da mulher, que o tempo de espera será muito menor e a atenção dos funcionários para com o cliente será muito maior.

  68. Carlos diz:

    Parece que afinal não fui o único a ser vítima do excelente espaço deste restaurante. Tal como várias pessoas aqui já referiram, o restaurante é atractivo e tem uma ementa interessante. É um espaço convidativo para um tipo de noite mais requintada, onde podemos levar a namorada ou um parceiro de negócios.

    Infelizmente, fui mal atendido neste restaurante. Todos temos dias maus e, o que diferencia um bom serviço de um mau serviço é a forma como se lida com os problemas. O gerente deste restaurante, pura e simplesmente não tem nível para gerir clientes. É arrogante, pretensioso e chega a roçar a má educação.

    Subscrevo todas as considerações do João Torgal em 2009. Estava a ler este post, pois pediram-me um comentário sobre este restaurante, quando percebo que o que ele relata é textualmente o que aconteceu comigo (excepto as mudanças de preço). Não vou enumerar os vários problemas que nos aconteceram nessa noite, basta abordar a postura da gerência: desdém, falta de carácter e uma total despreocupação sobre o porquê das nossas queixas; Limitou-se a ouvir e, no final, sem pedido de desculpas mas com um sorriso jocoso nos lábios, foi buscar o livro de reclamações.

    Considerações sobre o que foram aqui dizendo:
    – O facto de terem lá ido e gostado, não invalida que outros tenham tido experiências inversas e vice-versa.
    – O facto de acharem que uma dose dá para 2 (parece ser um consenso geral), não quer dizer que todos sejam ou tenham sido servidos nessas proporções.
    – Este restaurante não tem nada de nouvelle couisine. Tem comida portuguesa e italiana de qualidade, enfeitada de forma a aspirar a algo mais.
    – O restaurante é grande demais para a equipa que tem. Acredito que funcione bem em dias “normais”. Quando enche, e qualquer bom gestor sabe os dias a que isso acontece, não reforça a equipa em conformidade à afluência, resultando num serviço paupérrimo.
    – O facto de gostarem de esperar 1h pela comida, não quer dizer que todos gostem. Se acham “normal” esperarem imenso tempo em dias “destes”, é porque vão aos restaurantes errados. Já fui a vários em datas festivas e garanto que não é de todo normal!
    – Não sou doutor, nem gente fina. Gosto tanto de uma boa tasca como de um restaurante de nível. Gosto é ser respeitado da mesma forma que gosto de respeitar. Quem não tem capacidade para atendimento ao público, dedica-se a outra coisa.
    – Não sou de Coimbra, nem vivo em Coimbra. Comentários notoriamente bairristas sobre pessoas locais, nada acrescentam ao tópico, à discussão ou à imagem da cidade. Pelo menos o “pseudo-doutor” soube escrever português correctamente.
    – Fazer esperar os clientes pelo livro de reclamações para o dissuadir, ao contrário do que certas pessoas pensam, não é correcto. Correcto é tentar entender as queixas do cliente e apresentar desculpas ou justificações, em vez de gozar com eles.
    – Seria óptimo se pudesse fazer uma crítica construtiva a este restaurante mas, prefiro relatar factos.
    – Falta de respeito não é azar, é má educação.
    – Há pessoas que não sabem aceitar os factos e opiniões dos outros e acham que são donos da verdade. Eu garanto que sou dono da minha verdade e pena tenho que a minha experiência neste restaurante tenha sido má. Se alguém teve uma experiência oposta, excelente, tem mais é que a relatar. Mas faça-o sem colocar em causa o que é descrito por outros.
    – Quando alguém acha que um restaurante está mal servido pelos clientes, algo de muito mau se passa em Coimbra.
    – Tem tanta legitimidade para relatar a sua experiência neste ou noutro qualquer estabelecimento, o estudante, o Dr, o Eng, o adolescente, o idoso ou qualquer outro ser humano. Pretensioso, egoísta, altruísta, afável, tanto me faz. Desde que seja honesto naquilo que relata.

    Resumindo, disse ao meu amigo exactamente o que aqui escrevi. O restaurante é agradável e a comida é boa mas, fui mal atendido e desrespeitado. Acredito que isso não acontecerá em dias em que corra tudo bem.

    Uma coisa tenho a certeza que me faz não voltar: a gerência. Enquanto não mudar, ou mudar de atitude, haverá sempre alguém que se virá aqui queixar.

  69. Rita diz:

    Mas o que é isto… ahahah!!!
    Meus caros: para mim o serviço é péssimo, a comida é 1 engano.
    As pessoas não sabem comer, não sabem o que é comida bem feita. São enganados e comem porcaria trocada sem saberem, pagam e saem para fora satisfeitos. Miséria…
    1 restaurante caro todo bonito onde se paga para se comer bem, servem-se pratos sem os ingredientes dos mesmos, alterações dos ingredientes, quantidades absurdas em determinados aspectos… eu tenho vergonha no séc. 21 estar a comer 1 prato sem me aperceber de que a carne foi trocada ou não existe!!! estamos todos a ficar burrinhos? não reclamamos para o serviço melhorar? li aqui comentários que sinceramente me deixaram a pensar pela negativa… nos dias que correm se 1 pessoa vai a 1 lado e não é bem servida não pode reclamar? ficamos quietinhos a ser enganados, pagamos e saímos? poupem-me.
    Quem gosta gosta, quem achou que foi mal servido, mal tratado e ainda po cima fazem brincadeiras com o livro de reclamações, é “partir aquilo tudo” até as coisas melhorarem.
    Estejam sempre caladinhos quando são mal servidos, desembolsem $ e continuem a contribuir para a porcaria que se faz por aí. É isso e nos hospitais. Eu pago impostos, contas e serviços para ser bem servida! não para ser enganada, mal tratada e ainda por cima ficar caladinha, engolir e virar as costas. E assim vai o nosso país. 1 pessoa já não pode dizer que foi mal servida num restaurante, saltam logo meia dúzia de pessoas com ideias mesquinhas…

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