Objectividade musical…

Depois de 3 discos óptimos (“Canções Subterrâneas”, “3 Dias antes da Maré Encher” e “Uma Inocente Inclinação para o Mal”), com letras de uma ironia deliciosa e uma conjugação perfeita entre a tradição (o fado) e a modernidade (a exploração electrónica), e o desaparedimento trágico do grande João Aguardela, A Naifa é apenas e só a melhor banda portuguesa dos anos 00′s. Depois de um ano de luto, o grupo voltou nos últimos meses ao activo, com um livro / DVD de balanço e uma tournée adequadamente intitulada “Esta depressão que me anima”.

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