Scorsese no seu melhor…

Algures entre a manipulação orwelliana e o retrato singelo da demência, eis o melhor filme que vi (completamente fora de época) do ano passado.

Apesar da enigmática e curiosa frase proferida, apenas tirava aquela cena final. A ambiguidade já estava criada, não era preciso baralhar o espectador novamente…

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