É impressão minha ou…

…ontem aconteceu algo importantíssimo?

Sou o primeiro a criticar a justiça portuguesa pela sua inoperabilidade. No entanto, trata-se, desta vez, de um Primeiro-Ministro, não de um Presidente de Câmara, e as alegadas provas – embora não possam ser usadas como tal – são de uma tal clareza que ninguém lhes pode ficar indiferente. Não quer dizer que isto prove que o homem é corrupto, mas tem – repito, tem – que obrigar, agora sim, de vez, a investigar a coisa detalhadamente. Mesmo que o processo não vá até ao fim, não acredito que, caso ele seja mesmo culpado, aqueles próximos de Sócrates o deixem continuar como PM.

É que desta vez não é, como no caso de Soares, um tipo qualquer a escrever um livro em que relata uns episódios. É um vídeo, um vídeo, em que alguém, com a concordância implícita de um sócio, acusa o Primeiro-Ministro, revelando – DETALHADAMENTE – o processo todo.

Não prova nada, mas, mesmo num país que o ‘nosso’ Salazar qualificou como “de brandos costumes”, obriga a sociedade civil e política a levantar os braços.

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