P: como fazer história com uma ideiazeca de bosta? R: basta ser algo que dê para dois dedos de conversa e nunca ninguém se tenha lembrado de dizer…

E vocês não viram a psicóloga convidada das notícias da TVI24, a quem (“a olho”) eu atribuía a capacidade craniana equivalente à do babuíno, dizer que “não se tratava de um monstro, que era uma grande incorrecção chamarem o monstro – de Amstel Beer (ela pronunciou o nome bem, eu é que já não me lembro como é que o raio da terra se chama) – que o ser humano em causa era bem racional e sabia perfeitamente o que fazia, a sociedade é que considerava essas coisas más”. As pessoas lembram-se destas barbaridades e, como recompensa dão-lhes 3 ou 4 minutos de antena. Fantástico, aposto que lá na Venda da Gaita, as velhas sopeiras vão comentar que bem valeu a pena que a Mónica Micaela tenha seguido os estudos e que, ao contrário da irmã Verónica, tenha preferido o Instituto de Psicologia, Comunicações e Línguas ao empregozinho na Pastelaria Delícia (que lá garantiu à irmã a rampa de lançamento para o emprego actual no pronto a vestir). Grande orgulho para todos, diz que até “amestrado” tirou lá nas psicologias aplicadas.

Sinceramente, admito que vão à televisão fazer figuras de palhaço para ganhar um frigorífico ou um fim-de-semana no Funchal. Há até quem ganhe mais, simplesmente tirando meia dúzia de peças de roupa, okay… Agora dizer barbaridades daquela baixeza só para ter a porcaria de uns minutos de antena?… Só faltava sugerir que lá o violador austríaco tinha pleno direito de se expressar daquela maneira. Podia até sugerir que lhe fossem entregues mais criancinhas para, assim, poder satisfazer as necessidades provenientes da sua condição psicológica. Crianças das instituições de caridade, porque não? Sempre era melhor ficarem ao cuidado de um cidadão com características psicológicas ali a roçar o normal do que entregues aos monstros das instituições de caridade que dão casa e comida a quem não a tem (só e apenas por malvadez pura)…

Basta ver… Estamos em tempo de crise e de TVI24. Como é crise, não anda fácil pagar ao mono do fiel ou infiel nem ao maricas do big brother. Para isso, nada melhor que, numa de reter custos, contratar umas alminhas penosas destas. Meio frasco de maquilhagem, uns pares de luzes a apontar e pronto. Depois o resto, sai directo: é deixa-las abrir a boca e basta… Provam que por muito estúpidas que sejam certas ideias que nos sobem por vezes à cabeça, elas são até verdadeiras teorias metafísicas evoluidíssimas, quando comparadas com as bojardas que estas algas secas deitam pela boca fora. E pior, ficam a pensar que há quem as leve a sério. E pior ainda! Eu já nem me admiro que haja até quem as leve mesmo a sério!… Assim, a TVI24, retém custos (duvido que lhe pague mais que o meio frasco de base e o copo de água no final ou os 15min de parque privativo para o Mini Cooper), e continua a colocar no ar a dose diária recomendada de esterco para introduzir na cabeça da populaça.

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Sobre Zé Bandeirinha

Não vi nada, não sei nada, nem sequer estava aqui. Nada a ver com isso, quem vier que diga, que não é nada comigo.
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