Javarlândia

Coimbra parece tomada por uma praga de machos e fêmeas em constante disputa pela mediocridade. A Praça da República e ruas adjacentes torna-se, em pleno dia de semana, intransitável, no meio de grunhidos e mais grunhidos (a promoção do curso é feita grunhindo). Vomita-se pelos cantos. A comandar o exército estão, guess who, os doutores – trajados –  já que a Capa e Batina não existe, repousando em casa ou no chão porque se torna incomodativo carregá-la. A Capa e Batina – aliás, o traje – é a indumentária certa para uma noite de arroto e grunhido. É oficial: estudar em Coimbra deixou de ser diferente por causa do fado, da Associação Académica de Coimbra, da cultura, da praxe (como transmissão de valores) e de tudo aquilo que pode proporcionar enquanto instituição. A cidade transformou-se, hoje, numa arena de javalis (a expressão é de J.P. Simões) em que apenas a boçalidade é premiada – e quanto maior e mais gritante, melhor. Para dar continuidade a este desvirtuamento total da académica, são criadas tunas, tertúlias, reais, imperiais – ou o que servir – dentro das próprias faculdades para que aquilo que o estudante de Coimbra tenha que conhecer da Associação Académica seja apenas o Bar. 

A academia de Coimbra (mas não apenas ela, obviamente) atravessa a maior crise de valores e de identidade que provavelmente conheceu no últimos 30 anos. A Universidade deixou de ser um pólo de cultura, para passar a ser um supermercado de licenciaturas e títulos que em nada se traduzem no mundo real. Estudar em Coimbra é, numa quantidade assustadora de casos (Privadas, Politécnicos e Licenciaturas com nome de hobby), uma maneira de torrar dinheiro aos pais para obter, a muito custo, um grau que apenas promete lugar na caixa de um hipermercado. É óbvio que os estudantes não são os únicos culpados, mas não haja ilusões: têm responsabilidades, já que não fazem o mínimo esforço para se cultivar, deixando-se envolver apenas nesta neblina de mediocridade, considerada aceite.  

As próprias festas académicas denunciam a total aniquilação da identidade de Coimbra. Se são, por um lado, máquinas de recrutamento de almas que em mais nada se destacam, são, por outro, uma indústria. Não há um mínimo esforço de divulgação da música e cultura portuguesas (sendo que estes palcos seriam, sem dúvida, os indicados para o efeito). Há apenas a necessidade de imitar o que as outras academias fazem, criando uma espécie de Rock in Rio Mondego, pobre e descaracterizado. Um festival como qualquer outro, uma semana académica que poderia acontecer (e acontece) em moldes iguais (ou melhores, até) em qualquer ponto do país. No meio disto tudo, os estudantes celebram e nem sabem porque celebram. Passam por Coimbra e choram, no fim, durante a serenata monumental e também não sabem porquê. Mas têm razões para isso: vão sair para o mundo real, e muito provavelmente vão estar desempregados e descontentes com as adversidades. Vão olhar para trás com saudade do tempo em que gastavam balúrdios aos pais para viver Coimbra. No meio da javardice, claro.

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14 respostas a Javarlândia

  1. João Torgal diz:

    A minha surpresa com este teu texto é directamente proporcional à forma como concordo com a quase totalidade do que escreveste
    Sabia que tinhas um espírito crítico forte relativamente a muitas questões pseudo-académicas de Coimbra, mas não te imaginava com uma opinião tão aguçada e certeira. Muito bem.

    Para juntar a todo esse folclore que referiste, temos os expeditos seguranças da discot… bar da aac, que, quais porteiros de uma discoteca, seleccionam se lhes apetece controlar as entradas ou não, em função da ocupação do bar. Isto tudo, claro, estando-se nas tintas para aquilo que realmente interessa no edifício, ou seja, as secções e o espólio cultural e desportivo. Chego a passar pela vergonha de, às vezes, ir para a rádio e me ser barrada a entrada, acabando por entrar quase como sendo um extraordinário favor que me está a ser concedido. Este profundo profissionalismo da segurança deve ter sido, juntamente com a guerra de balões, outra das apostas fortes da comissão de festas que ainda dá pelo nome de Direcção Geral (visto que, de direcção política e de vanguarda do movimento estudantil, já nada resta).

  2. José Maria Pimentel diz:

    Concordo com o texto na generalidade, salvo o tom, na minha, opiniao, demasiado moralista.

    Para alem disso – e ja nao e a primeira vez que isto aqui e discutido – nao considero que sejam os alunos a fazer uma Universidade, mas sim o contrario.

    Ver as coisas assim e faze-lo de um modo enviesado. Os alunos (tal como todas as pessoas, evidentemente) sao fruto, entre outras coisas, do meio em que vivem. Se a Universidade e mediocre, atraira, com certeza, alunos mediocres. Tal como uma Universidade com reputacao, como era a de Coimbra (agora desbaratada), atrai bons alunos. E assim, na minha opiniao, que funciona.

  3. Concordo com tudo o que disseste. Aliás, este era o tipo de texto que eu escreveria provavelmente no ano em que entrámos para a Universidade (e que, na altura, me parece que tu acharias demasiado crítico e radical eheh), pois já aí pensava assim… e tinha esperança de estar errada e que os anos seguintes me provassem o contrário. Infelizmente, não foi isso que aconteceu e cada vez menos me identifico com a vida estudantil de Coimbra e o tipo de “diversão” que ela promove.

  4. José Maria Pimentel diz:

    “pois já aí pensava assim”

    Ah, Mariana, porque é que nunca te damos ouvidos?

    😛

  5. António P. Neto diz:

    Torgal:
    Como te compreendo. É fabuloso quando sou obrigado a ir tratar de alguns assuntos à AAC e tenho que explicar ao segurança, o mais educadamente possível, que não estou interessado no selecto Bar da AAC…

    Mariana:
    Acredito que subscrevas uma grande parte do meu texto, mas sou forçado a dizer (e tu serás talvez forçada a reconhecer) que não terias uma preocupação tão grande em separar o trigo do joio. O que quero dizer é que não há só “má praxe”, ou melhor, quero dizer que ao abrigo desta ainda se faz boa cultura, e que ainda há quem tente (uma vez mais ao abrigo desta) formar e transmitir bons valores aos estudantes de Coimbra. O pior é que sejam cada vez menos…

    “José”:
    Eu sei que o meu texto pode soar moralista, mas acho que a maior parte é apenas constatação e desilusão face ao modus vivendi de alguns estudantes de Coimbra. Por outro lado, se acredito nessa tese (uma boa Universidade atrairá bons alunos) discordo que isto seja assim tão linear. Penso que o que se passa é que as próprias escolas não são capazes de formar bons alunos, e que uma parte significativa da culpa se deve ao histerismo do Ministério da Educação em obter bons resultados a todo o custo, fazendo do facilitismo arma de arremesso. No que concerne à Universidade de Coimbra, basta reparar que há faculdades que mantêm níveis de exigência bastante acima da média e que são capazes de fornecer uma óptima instrução (basta ver o exemplo de Direito e Medicina) mas que não atraem assim tantos bons alunos (pelo menos no caso da primeira, já que em teoria os segundos são obrigados a sê-lo). Isto prende-se, a meu ver, com a forma como o ensino está estruturado: a CRP garante e promove a universalidade do ensino, mas criou-se paralelamente, nas pessoas, a crença de que o único ensino válido é o universitário. Mais uma “conquista” do 25 de Abril: faz-se-lhes crer que têm o direito a ser “doutores” (coisa que no antigo regime lhes era bastante dificultado) e desencoraja-se o ensino técnico/ artístico. Não lhes interessa que o sejam apenas no papel e que de nada lhes sirva. É por isso que no caso de Direito, por exemplo, existem mais de 300 vagas e são preenchidas pouco mais de metade. Não quer dizer que as coisas estivessem melhor no antigo regime, porque não estavam (mais de metade da população vivia no ostracismo e analfabetismo puros). Mas a verdade é que, pelo que sei, havia a preocupação de formar bons técnicos. E não é menos verdade que a culpa deste ensino ter desaparecido como desapareceu se deve, em parte, a uma pretensa “esquerda moderna”, a esquerda das “oportunidades” e da “igualdade”…

  6. Sim, talvez na altura eu fosse mais generalista na minha crítica e não ressalvasse que há pessoas que encaram a praxe de uma forma diferente… mas agora já não penso tanto assim, daí ter dito que concordava com o que disseste. A questão é que também, nos primeiros anos de faculdade, não via muita gente susbcrever esta tua/minha opinião, já que mesmo quem não é adepto deste tipo de atitudes não parecia muito interessado em criticá-las ou sequer parecia incomodar-se com o assunto… só agora mais para o final é que tenho encontrado várias pessoas que conheço a mostrarem posiçoes críticas que dantes não tinham. Noto uma certa saturação generalizada das pessoas (com quem me dou, pelo menos) face ao tipo de situaçoes que descreves e o que me surpreendeu foi isso ser algo recente… enquanto que, no meu caso, o processo foi o contrário: comecei por pensar duma maneira mais “radical” e de sentir essa saturação no início e nos últimos tempos fico mais optimista por ter-me vindo a aperceber da existência das tais outras pessoas que pretendem dar um bom uso à praxe e que também criticam e se importam com estas questoes.

  7. Desculpem se o comentario estiver confuso, li na diagonal e escrevi um bocado à pressa.
    A “crise” da javardice não é exclusiva desta Universidade, nem aceito comer o apelido de Universidade das Beiras porque, de resto, sempre foi o Centro que constituiu a maioria do corpo estudantil. Admito sim que, comparativamente à ideia da cidade que (ainda) jaz no imaginário estudantil, da Lusa Atenas, Coimbra está a afundar-se em cerveja.
    Mas o problema pode-se perspectivar em duas vertentes.
    De um lado, a ideia do Zé Maria, da Universidade que faz os alunos, ou seja, que reproduz a “mão-de-obra”, despromove a união do corpo estudantil. A lógica de mercado que se impõe no mundo do emprego promove o percurso individual, do mérito, os alunos estão aqui para fazer o curso e, em bom português, porem-se na alheta mal o acabem. Repare-se, os alunos metem-se em casa dos pais na quinta feira a tarde para só voltar 2a feira de manha e nunca chegam a ver Coimbra como um lugar que lhes diga respeito, ou pelo menos, como um lugar em que devem assumir uma atitude responsável (aliás, a ideia da passagem do cortejo para o domingo foi uma tentativa, ainda que fraca, de prender por cá a malta). Ainda, já não estamos nos anos 60 e, paradoxalmente, Coimbra precisa de um “inimigo” sério, de um problema que reúna os estudantes na participação cívica. A velha bandeira das propinas, para além de nunca ter pegado de forma séria, já está muito gasta. Depois, ainda nesta linha da Universidade responsável, a massificação do ensino também trouxe novos problemas, isto é, não tens uma comunidade homogénea. Tens comunidades cabo-verdianas, por exemplo, que vivem cá mas estão completamente distantes dos locais. Mas tens ainda outras menos evidentes e não devidamente institucionalizadas em associações: grupos da guarda ou do sever do vouga, de coimbrinhas, de putos ricos ou de filhos de operários.
    Mas estaria errado, por outro lado, se não admitisse que uma quota parte da culpa é também dos estudantes. A AAC perde-se no descrédito. Não há qualquer tipo de “dever de memoria” instituído de eventos como a crise estudantil de 69 que apele aos estudantes e exalte a participação cívica ou politica. Coimbra é traje e copo na mão, para festejar “os melhores anos da nossa vida” antes que venham os exames. Há poucos, como dizes António, que se preocupam em fazer passar “bons valores” mas há ainda menos que se preocupam em fazer passar valores de participação cívica e politica (sejam eles bons ou maus) mas sem os quais nunca verás esses bons valores, do ideal de Coimbra, a funcionar. Repara que os “menos” javardos, ainda que não subscreva as ideias deles, serão porventura os républicos que mantêm uma atitude, algo arrogante até, com o javardo comum, quer dizer, o estudante. Mas é preciso ver que as ideias politicas destes são mais radicais, o que lhes permite ainda uma margem de manobra para debate. Digo isto, porque num pais bipartidário, centro-esquerda, centro-direita vai tudo, como dirá o javardo, dar ao mesmo.

  8. José Maria Pimentel diz:

    1. A tese de que as Universidades fazem os alunos está incompleta, é verdade! Obviamente que não é só a Universidade, mas sim todo o sistema de ensino. (e sim, o pré Universidade é, se calhar, ainda pior…) Mas, ainda assim, mantenho a opinião que uma Universidade melhor atrairá melhores alunos. É verdade que a Fac de Direito não é propriamente o paradigma dessa teoria a primeira vista. No entanto, se pensares bem e comparares com a minha Faculdade, talvez consigas encontrar alguma diferença (encontrarás certamente).
    A ideia – e o que me irrita – é o estratagema de “chutar” para os alunos os podres das Universidades. E isso é algo que se faz muito em Coimbra! Evidentemente que a Universidade não faz tudo sozinha, mas se esta embirrar num “orgulhosamente sós” teimoso, não pode esperar encontrar alunos melhores. A FEUC é o paradigma desta atitude. Uma Faculdade onde apenas meia dúzia de Professores sabe falar inglês.

    2. Quanto à “mania” da Licenciatura…. Já muito se falou sobre isso neste “espaço”, nos idos da mesa de café, nas palavras do “Criador”, 1.0. A escassez de ensino técnico de qualidade e (causa/efeito) a pouca importância que se dá ao mesmo são de bradar aos céus! É mesmo de país provinciano!

    P.S. Meu caro Cabeza, irei ao teu comentário, a seu tempo!

  9. Pedro Gil diz:

    Pegando no tópico…queria só relatar algo que aconteceu ontem à noite dia 24 no recinto da Latada.

    Numa das tendas, por volta das 6h da manhã, o dj de serviço decidiu fechar a noite com um remix (?) da música “Verdes Anos” de Carlos Paredes. Escusado será dizer o quão embaraçante e ridículo era o dito cujo remix, fruto de um mau-gosto e boçalidade que julgava não serem possíveis. Mas pronto, tentando esquecer a lenta agonia de um autêntico massacre impiedoso ao pobre Carlos Paredes, deixei passar a questão pois mau-gosto é o que mais para aí existe. No final, perguntei a dois doutores mais novos (creio que do 2ºano) que estavam comigo se sabiam como se chamava aquela música. Eles disseram, sem hesitar, “Balada do 5º Ano Jurídico”. Ainda abalado pelo choque, respondi-lhes que a música era de Carlos Paredes e tinha o nome de “Verdes Anos”. Ao que eles acrescentaram de imediato, “Ah pois é, também se pode chamar assim!”. E afastaram-se alegremente, copo de cerveja na mão, prontos para mais uma manhã de ressaca em nome da nobre instituição da mediocridade que grassa na Universidade de Coimbra. Como dizia o filósofo Calvin (e estou-me a referir ao grande Calvin da banda desenhada Calvin and Hobbes e não ao filósofo Calvino), “Deus deve gostar muito dos estúpidos porque está sempre a fazê-los!”

    P.S. Falta só referir que enquanto o dj tocava esse fabuloso remix de Carlos Paredes, eram projectadas na tenda imagens da Amália Rodrigues (!?). Sim, tal como vocês também não estou certo de ter percebido a relação. Mas certamente tudo faria parte como um todo de uma obra musical fantástica cuja mensagem, naturalmente, me passou ao lado.

  10. António P. Neto diz:

    Pedro, por acaso não te estás a referir a este “remix”?

    Sendo muito sincero, apesar de não gostar especialmente do arranjo, acho importante que se tente dar novas roupagens à canção de Coimbra. Já chega de Samaritanas e Baladas de Despedida do 6º ano médico. Mas isto é outra discussão…

    Quanto ao que relatas, já nem sei o que diga. Pertencendo a uma Secção de Fado (de Coimbra, obviamente) tenho ouvido e presenciado grandes barbaridades, mas essas arriscam-se a ocupar lugar de destaque no catálogo. No que toca ao citado convívio, concluo que em boa hora saí antes das 6… Obrigado pelos comentários!

  11. Pedro Gil diz:

    Creio que não era essa versão, pois não me recordo do violino e a outra tinha uma batida mais “house/electrónica” (?). Mas sim, essa discussão das novas abordagens à tradicional canção de Coimbra já é um off-topic muito extenso…

    Abr

  12. RJ diz:

    Há anos que digo mal da queima e das praxes, com as quais nunca me idenfiquei muito. Se entrasse agora com certeza que seria anti-praxe.

    Já me sinto velho (tenho quase 28) pois já critico a juventude que me sucede na UC. As praxes e a boçalicade associada são um exemplo de transmissão memética muito curioso. Não se inventa grande coisa nova, sempre as mesmas figuras ébrias e caquéticas, assim como as canções foleiras associadas (tenho alergia ao que se canta nos jantares de curso e nas tunas, com excepção da grande Pitagórica). Compreenda-se que andar aos berros é mau, obrigar os outros a continuar este estranho ritual é doentio.

    Ainda tive a honra de ter a queima na margem direita no meu ano de caloiro, provavelmente o último ano em que se podia chamar de “festa de estudantes” em vez de “negócio” (e com a presença dos Apocalyptica!!). Desde então a organização prima pela mediocridade e repetição dos mesmos artistas, para não falar da m**** das tendas e da música associada à qual tenho uma particular alergia.

    Conheço muita gente que não pode ir a todas as noites da queima por questões monetárias, mas o meu caso (e o de outras pessoas que conheço) é o oposto. Prefiro gastar o meu dinheiro noutro lado.

    Outra coisa curiosa é a serenata monumental. O estudante que passa a vida a ignorar grande parte da actividade cultural da cidade, deixando tocar o telemóvel no cinema ou onde quer que esteja, manifesta um comportamento quase religioso durante a dita cerimónia, quase ao nível de um grupo de senhoras plantadas à porta do pavilhão atlântico à espera de um concerto de Tony Carreira.

    É a juventude que temos. Se eles fossem efectivamente mais inteligentes grande parte destas foleiradas não passaria de geração para geração…

    Cumprimentos

  13. João Torgal diz:

    Ainda a propósito da latada, fiquei absolutamente maravilhado quando ouvi as palavras do coordenador-geral da festa sobre o cancelamento do concerto das Sugababes.

    Dizia ele que o cancelamento tinha sido um grande transtorno financeiro, porque tinham investido fortemente na sua vinda e satisfeito inclusive alguns dos caprichos das meninas, como ficarem num hotel altamente luxuoso em Lisboa. São estes comentários que nos fazem crer que a mediocridade do programa não é, de facto, motivada por questões financeiras, mas é pura e simplesmente uma opção.

  14. Miguel Pessoa Vaz diz:

    Um pouco de humor relacionado com isto, para aligeirar a conversa: http://www.youtube.com/watch?v=ge7Ta1wCL2E …ehehe!

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