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	<title>Comentários para A Mesa de Café</title>
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	<description>Blog Generalista Mantido Por Gente Jovem</description>
	<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 01:16:04 +0000</pubDate>
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		<title>Comentário em As potências mediáticas por José Maria Pimentel</title>
		<link>http://amesadecafe.wordpress.com/2008/07/14/as-potencias-mediaticas/#comment-498</link>
		<dc:creator>José Maria Pimentel</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 13:36:49 +0000</pubDate>
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		<description>Antes de mais, bem vindo!

Visto que concordamos em relação à lógica da "teoria", vamos lá dissecar os pormenores:

1."Devemos ter concepções diferentes de analisar sociedades, porque o Irão tem das sociedades mais abertas e estáveis da região"

Não sendo, de modo algum, grande conhecedor das sociedades árabes e, por conseguinte, da do Irão, havia alguns exemplos que poderia citar. Escolho este: um rapaz que há uns anos cometeu o "crime atroz" de se deixar fotografar para a capa da The Economist, foi preso e torturado - a um nível que torna Guantanamo "um menino" -, conseguindo escapar para os EUA recentemente. Como vez, um belo exemplo de uma sociedade avançada. Poderia ainda falar do Aiahtolah (não deve ser assim que se escreve)...

2."E quanto à sua riqueza advir unicamente de recursos naturais abundantes, podes dizer o mesmo de todos os países do Médio Oriente e da Península Arábica,"

Pois claro que posso dizer! E digo-o, eu e toda a gente, porque é, aliás, óbvio. Referi o Irão porque, de todos estes países - e não sendo aquele mais "abonado" (ou talvez por isso) - é aquele que mais se faz "notar", encaixando, consequentemente, na linha do post.

3. Quanto à Coreia do Norte, não a referi porque, recentemente, acordou com os EUA o desmantelamento do armamento nuclear, renunciando, portanto, em parte, a esta táctica. Certamente que ao acordo não foram alheias certas "compensações" americanas, mas o que interessa para o caso é que a Coreia do Norte, em tempos um país paradigmático deste mediatismo, parece - pelo menos - ter deixado de o ser.

Já quanto aos outros países, confesso a minha ignorância, só posso falar do Sri Lanka. E quanto a este, pelo menos no último par de anos, não pode ser comparado o uso propositado do mediatismo (até por parte dos tigres tamil) àquele que o Irão e a Venezuela fazem.

Finalmente, as "potências de bastidores" é um tema interessante. Aliás, passou-me pela cabeça quando escrevia o post. Lembro-me de alguns exemplos: vietname, taiwan, canadá e austrália... :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de mais, bem vindo!</p>
<p>Visto que concordamos em relação à lógica da &#8220;teoria&#8221;, vamos lá dissecar os pormenores:</p>
<p>1.&#8221;Devemos ter concepções diferentes de analisar sociedades, porque o Irão tem das sociedades mais abertas e estáveis da região&#8221;</p>
<p>Não sendo, de modo algum, grande conhecedor das sociedades árabes e, por conseguinte, da do Irão, havia alguns exemplos que poderia citar. Escolho este: um rapaz que há uns anos cometeu o &#8220;crime atroz&#8221; de se deixar fotografar para a capa da The Economist, foi preso e torturado - a um nível que torna Guantanamo &#8220;um menino&#8221; -, conseguindo escapar para os EUA recentemente. Como vez, um belo exemplo de uma sociedade avançada. Poderia ainda falar do Aiahtolah (não deve ser assim que se escreve)&#8230;</p>
<p>2.&#8221;E quanto à sua riqueza advir unicamente de recursos naturais abundantes, podes dizer o mesmo de todos os países do Médio Oriente e da Península Arábica,&#8221;</p>
<p>Pois claro que posso dizer! E digo-o, eu e toda a gente, porque é, aliás, óbvio. Referi o Irão porque, de todos estes países - e não sendo aquele mais &#8220;abonado&#8221; (ou talvez por isso) - é aquele que mais se faz &#8220;notar&#8221;, encaixando, consequentemente, na linha do post.</p>
<p>3. Quanto à Coreia do Norte, não a referi porque, recentemente, acordou com os EUA o desmantelamento do armamento nuclear, renunciando, portanto, em parte, a esta táctica. Certamente que ao acordo não foram alheias certas &#8220;compensações&#8221; americanas, mas o que interessa para o caso é que a Coreia do Norte, em tempos um país paradigmático deste mediatismo, parece - pelo menos - ter deixado de o ser.</p>
<p>Já quanto aos outros países, confesso a minha ignorância, só posso falar do Sri Lanka. E quanto a este, pelo menos no último par de anos, não pode ser comparado o uso propositado do mediatismo (até por parte dos tigres tamil) àquele que o Irão e a Venezuela fazem.</p>
<p>Finalmente, as &#8220;potências de bastidores&#8221; é um tema interessante. Aliás, passou-me pela cabeça quando escrevia o post. Lembro-me de alguns exemplos: vietname, taiwan, canadá e austrália&#8230; <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Bom negócio II por pedro</title>
		<link>http://amesadecafe.wordpress.com/2008/07/16/bom-negocio-ii/#comment-497</link>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 00:44:19 +0000</pubDate>
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		<description>pode ser que "ressuscitem" aquilo, uh uh :D</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>pode ser que &#8220;ressuscitem&#8221; aquilo, uh uh <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em E o que é incrível é que é verdade&#8230; por Rita</title>
		<link>http://amesadecafe.wordpress.com/2008/07/18/e-o-que-e-incrivel-e-que-e-verdade/#comment-496</link>
		<dc:creator>Rita</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 23:47:05 +0000</pubDate>
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		<description>Diga-se o que se disser, a política até tem piada...principalmente quando há pessoas inspiradas que fazem declarações ainda mais inspiradas...:P</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Diga-se o que se disser, a política até tem piada&#8230;principalmente quando há pessoas inspiradas que fazem declarações ainda mais inspiradas&#8230; <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em E o que é incrível é que é verdade&#8230; por João Torgal</title>
		<link>http://amesadecafe.wordpress.com/2008/07/18/e-o-que-e-incrivel-e-que-e-verdade/#comment-495</link>
		<dc:creator>João Torgal</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 19:01:25 +0000</pubDate>
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		<description>E o que é incrível é que é verdade. Nem mais
Embora, claro, para quem ia estar calado e não ia atacar o líder eleito...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E o que é incrível é que é verdade. Nem mais<br />
Embora, claro, para quem ia estar calado e não ia atacar o líder eleito&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em As potências mediáticas por Alexandre Carvalho</title>
		<link>http://amesadecafe.wordpress.com/2008/07/14/as-potencias-mediaticas/#comment-494</link>
		<dc:creator>Alexandre Carvalho</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 02:50:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://amesadecafe.wordpress.com/?p=307#comment-494</guid>
		<description>Um bem haja, primeiro que tudo, já não visitava este blog há algum tempo (na verdade, este e qualquer outro blog).

A ideia das potências mediáticas, de um ponto de vista sociológico, é interessante de se analisar. A ideia de como as nações podem usar o seu próprio mediatismo (seja boa ou má publicidade) para seu próprio proveito (leia-se, procura de poder) é assunto para dar pano para mangas como se costuma dizer.

A escolha dos exemplos é que, a bem da verdade, podia ter sido melhor, na minha opinião claro. Então o Irão tem das sociedades mais primárias do mundo? Devemos ter concepções diferentes de analisar sociedades, porque o Irão tem das sociedades mais abertas e estáveis da região (ou é apenas o laicismo do Estado que distingue uma sociedade primitiva de outra moderna?) e é talvez a nação com um tipo de organização social mais parecido com a democracia e é o país mais activo na região a promover o combate à "epidemia do século", o HIV! E quanto à sua riqueza advir unicamente de recursos naturais abundantes, podes dizer o mesmo de todos os países do Médio Oriente e da Península Arábica, porque eles também não têm muitas mais hipóteses! E exemplos como estes posso dar mais. O índice de desenvolvimento humano no Irão é superior ao de países como o Paraguai, a África do Sul, a Indonésia ou o Egipto... Mas não quero fugir ao cerne desta questão:

Seria sim interessante analisar como certos países usam a publicidade para seu proveito. Exemplos: A Coreia do Norte sempre tentou através de ameaças mediáticas e nucleares entrar no grupo dos poderosos, mas nunca surtiu grande efeito; já Moçambique e Sri Lanka - ambos com diferentes métodos - conseguiram ganhar a empatia do mundo e receber avultados investimentos financeiros internacionais para se desenvolverem, apesar da corrupção latente que grassa em ambos os países. E se no Sri Lanka a razão do estado de graça pode ter sido politica(ligação histórica com o Reino Unido e terem no território os Tigres Tamil, esses safados), em Moçambique é mais complicado de perceber o porquê de uns conseguiram tanto e outros tão pouco, sendo que o mediatismo tem que ter influência nisto: a forma como a questão da corrupção é tratada e vista (ou não tratada e vista) de país para país é quase surreal! Será que a corrupção na Venezuela é pior que em Moçambique ou Angola, embora no terreno sejam similares em muitos aspectos?

E para finalizar, que o comentário já vai longo, e que tal analisar as potências não-mediáticas, aquelas que ganham mais nos bastidores? Vem-me outra vez o Sri Lanka à cabeça. Mas essa é outra discussão com pano para mangas... ;-)

Um bem haja
Alexandre Carvalho</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um bem haja, primeiro que tudo, já não visitava este blog há algum tempo (na verdade, este e qualquer outro blog).</p>
<p>A ideia das potências mediáticas, de um ponto de vista sociológico, é interessante de se analisar. A ideia de como as nações podem usar o seu próprio mediatismo (seja boa ou má publicidade) para seu próprio proveito (leia-se, procura de poder) é assunto para dar pano para mangas como se costuma dizer.</p>
<p>A escolha dos exemplos é que, a bem da verdade, podia ter sido melhor, na minha opinião claro. Então o Irão tem das sociedades mais primárias do mundo? Devemos ter concepções diferentes de analisar sociedades, porque o Irão tem das sociedades mais abertas e estáveis da região (ou é apenas o laicismo do Estado que distingue uma sociedade primitiva de outra moderna?) e é talvez a nação com um tipo de organização social mais parecido com a democracia e é o país mais activo na região a promover o combate à &#8220;epidemia do século&#8221;, o HIV! E quanto à sua riqueza advir unicamente de recursos naturais abundantes, podes dizer o mesmo de todos os países do Médio Oriente e da Península Arábica, porque eles também não têm muitas mais hipóteses! E exemplos como estes posso dar mais. O índice de desenvolvimento humano no Irão é superior ao de países como o Paraguai, a África do Sul, a Indonésia ou o Egipto&#8230; Mas não quero fugir ao cerne desta questão:</p>
<p>Seria sim interessante analisar como certos países usam a publicidade para seu proveito. Exemplos: A Coreia do Norte sempre tentou através de ameaças mediáticas e nucleares entrar no grupo dos poderosos, mas nunca surtiu grande efeito; já Moçambique e Sri Lanka - ambos com diferentes métodos - conseguiram ganhar a empatia do mundo e receber avultados investimentos financeiros internacionais para se desenvolverem, apesar da corrupção latente que grassa em ambos os países. E se no Sri Lanka a razão do estado de graça pode ter sido politica(ligação histórica com o Reino Unido e terem no território os Tigres Tamil, esses safados), em Moçambique é mais complicado de perceber o porquê de uns conseguiram tanto e outros tão pouco, sendo que o mediatismo tem que ter influência nisto: a forma como a questão da corrupção é tratada e vista (ou não tratada e vista) de país para país é quase surreal! Será que a corrupção na Venezuela é pior que em Moçambique ou Angola, embora no terreno sejam similares em muitos aspectos?</p>
<p>E para finalizar, que o comentário já vai longo, e que tal analisar as potências não-mediáticas, aquelas que ganham mais nos bastidores? Vem-me outra vez o Sri Lanka à cabeça. Mas essa é outra discussão com pano para mangas&#8230; <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Um bem haja<br />
Alexandre Carvalho</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Acha o iPhone a 500€ caro? E que tal a 610€? por pedro</title>
		<link>http://amesadecafe.wordpress.com/2008/07/17/acha-o-iphone-caro-a-500e-e-que-tal-a-610e/#comment-493</link>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 14:17:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://amesadecafe.wordpress.com/?p=320#comment-493</guid>
		<description>Bem...esta discuisão já é muito antiga. Independentemente de ser 500 ou 600€, é unânime que o Iphone é um produto fortemente sobrevalorizado em relação às suas características intrínsecas como aparelho de comunicação. Foi algo que mesmo os consumidores americanos perceberam desde muito cedo (independentemente de o telemóvel ter tido sucesso ou não....porque a verdade é que teve imensas vendas!). O facto de o preço do Iphone estar extremamente inflacionado é já desde há muito tempo um dado adquirido, por assim dizer. Aqui não se trata de estarmos a pagar mais "pela marca" (tal como por exemplo um Nokia vai ser mais caro do que um Sagem por exemplo, mesmo tendo as mesmas características, uma vez que um Nokia em princípio será mais fiável, melhor e mais fácil assistência técnica, etc). A questão aqui assenta na "trend" que a Apple tem criado em redor dos seus produtos, e que passa não só por um intenso marketing como acima de tudo por tentarem fazer com que o produto Apple represente um estilo de vida urbano, moderno, ligeiro, jovial, tecnológico. Não tenho nada contra a Apple. Quem quer compra, quem não quer não compra. Simples. Aliás, tal como o autor do post sou um orgulhoso proprietário de um ipod. Mas as maravilhas do mercado capitalista é a existência de uma coisa chamada concorrência. E nesse aspecto, há muitos outros produtos no mercado mais baratos, com um design tão ou mais apelativo, e apetrechados com tecnologia que o iPhone nunca possuirá (se possuísse desconfio que o preço ainda chegava a uns 1000€ lol). Como exemplo, deixo só dois modelos: HTC Tytn II e HTC Touch (este último, para quem achava que o senhor Steve Jobs tinha criado a magia do ecrã táctil com aqueles paneleirices todas...bem...desengane-se).

(Como devem imaginar, não recebo nenhuma comissão da HTC pela publicidade que lhes estou a fazer (apesar de naturalmente não me importar se o CEO da HTC estiver a ler isto e quiser contribuir). Referi estes dois modelos porque foram os que me lembrei agora mas há muitos outros.)

E para quem for o proprietário de um Iphone, pois bem, aproveite-o porque é indiscutivelmente um bom gadget. Se depois de ler este texto não o quiser, não me importo nada que mo dê a mim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem&#8230;esta discuisão já é muito antiga. Independentemente de ser 500 ou 600€, é unânime que o Iphone é um produto fortemente sobrevalorizado em relação às suas características intrínsecas como aparelho de comunicação. Foi algo que mesmo os consumidores americanos perceberam desde muito cedo (independentemente de o telemóvel ter tido sucesso ou não&#8230;.porque a verdade é que teve imensas vendas!). O facto de o preço do Iphone estar extremamente inflacionado é já desde há muito tempo um dado adquirido, por assim dizer. Aqui não se trata de estarmos a pagar mais &#8220;pela marca&#8221; (tal como por exemplo um Nokia vai ser mais caro do que um Sagem por exemplo, mesmo tendo as mesmas características, uma vez que um Nokia em princípio será mais fiável, melhor e mais fácil assistência técnica, etc). A questão aqui assenta na &#8220;trend&#8221; que a Apple tem criado em redor dos seus produtos, e que passa não só por um intenso marketing como acima de tudo por tentarem fazer com que o produto Apple represente um estilo de vida urbano, moderno, ligeiro, jovial, tecnológico. Não tenho nada contra a Apple. Quem quer compra, quem não quer não compra. Simples. Aliás, tal como o autor do post sou um orgulhoso proprietário de um ipod. Mas as maravilhas do mercado capitalista é a existência de uma coisa chamada concorrência. E nesse aspecto, há muitos outros produtos no mercado mais baratos, com um design tão ou mais apelativo, e apetrechados com tecnologia que o iPhone nunca possuirá (se possuísse desconfio que o preço ainda chegava a uns 1000€ lol). Como exemplo, deixo só dois modelos: HTC Tytn II e HTC Touch (este último, para quem achava que o senhor Steve Jobs tinha criado a magia do ecrã táctil com aqueles paneleirices todas&#8230;bem&#8230;desengane-se).</p>
<p>(Como devem imaginar, não recebo nenhuma comissão da HTC pela publicidade que lhes estou a fazer (apesar de naturalmente não me importar se o CEO da HTC estiver a ler isto e quiser contribuir). Referi estes dois modelos porque foram os que me lembrei agora mas há muitos outros.)</p>
<p>E para quem for o proprietário de um Iphone, pois bem, aproveite-o porque é indiscutivelmente um bom gadget. Se depois de ler este texto não o quiser, não me importo nada que mo dê a mim.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em União Para o Mediterrâneo - Parabéns Sarkozy por José Maria Pimentel</title>
		<link>http://amesadecafe.wordpress.com/2008/07/15/uniao-para-o-mediterraneo-parabens-sarkozy/#comment-492</link>
		<dc:creator>José Maria Pimentel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 21:50:56 +0000</pubDate>
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		<description>1. A Russia é mais um exemplo do mediatismo (não só, mas também). Tem uma população extremamente diminuta para um território tão grande, faltam-lhe tecnologias (por exemplo, para o aumento da produção de petróleo e gás, que tanto jeito daria à sua estratégia) e tem enormes lacunas estruturais. Dos 4 BRICs, é aquele que a longo prazo menos vai progredir.

Atenção que com isto não quero dizer que a Russia seja de menosprezar, digo simplesmente que não é uma potência global, nem será.

2. O Médio-Oriente está de rastos. Tem o poder (crescente no curto-prazo, decrescente no longo) do petróleo, mas isso não é suficiente. Falo de potências globais também - ou principalmente - no sentido da abrangência do poder. Ora estes países claudicam neste aspecto. O poder energético não é - nunca será - suficiente para formar uma potência. Os EUA eram até há pouco tempo (ou são ainda) a maior potência mundial. Tal deve-se a um acumular de valências e de lideranças em diversos sectores, não a um poder localizado (bélico, por exemplo).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>1. A Russia é mais um exemplo do mediatismo (não só, mas também). Tem uma população extremamente diminuta para um território tão grande, faltam-lhe tecnologias (por exemplo, para o aumento da produção de petróleo e gás, que tanto jeito daria à sua estratégia) e tem enormes lacunas estruturais. Dos 4 BRICs, é aquele que a longo prazo menos vai progredir.</p>
<p>Atenção que com isto não quero dizer que a Russia seja de menosprezar, digo simplesmente que não é uma potência global, nem será.</p>
<p>2. O Médio-Oriente está de rastos. Tem o poder (crescente no curto-prazo, decrescente no longo) do petróleo, mas isso não é suficiente. Falo de potências globais também - ou principalmente - no sentido da abrangência do poder. Ora estes países claudicam neste aspecto. O poder energético não é - nunca será - suficiente para formar uma potência. Os EUA eram até há pouco tempo (ou são ainda) a maior potência mundial. Tal deve-se a um acumular de valências e de lideranças em diversos sectores, não a um poder localizado (bélico, por exemplo).</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Bom negócio II por José Maria Pimentel</title>
		<link>http://amesadecafe.wordpress.com/2008/07/16/bom-negocio-ii/#comment-491</link>
		<dc:creator>José Maria Pimentel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 21:44:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://amesadecafe.wordpress.com/?p=317#comment-491</guid>
		<description>É caso para dizer que vão ficar no céu.

Subir aquelas escadas para o último andar vai voltar a ter aquele "quê" de surpresa. =P</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É caso para dizer que vão ficar no céu.</p>
<p>Subir aquelas escadas para o último andar vai voltar a ter aquele &#8220;quê&#8221; de surpresa. =P</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em União Para o Mediterrâneo - Parabéns Sarkozy por João Torgal</title>
		<link>http://amesadecafe.wordpress.com/2008/07/15/uniao-para-o-mediterraneo-parabens-sarkozy/#comment-490</link>
		<dc:creator>João Torgal</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 12:39:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://amesadecafe.wordpress.com/?p=309#comment-490</guid>
		<description>Nessa tua noção de Mundo tripartido, esqueceste-te pelo menos da Rússia enquanto potência mundial novamente em ascensão, já para não falar do poder petrolífero do Médio Oriente</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nessa tua noção de Mundo tripartido, esqueceste-te pelo menos da Rússia enquanto potência mundial novamente em ascensão, já para não falar do poder petrolífero do Médio Oriente</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Azia por João Torgal</title>
		<link>http://amesadecafe.wordpress.com/2008/07/15/azia/#comment-489</link>
		<dc:creator>João Torgal</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 12:36:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://amesadecafe.wordpress.com/?p=311#comment-489</guid>
		<description>Fez-se justiça</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fez-se justiça</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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