Desculpem estar a ocupar o blog com uma questão tão corriqueira e algo insignificante, mas, tratando-se de um blog de gente de Coimbra, parece-me um bom espaço para denunciar este deplorável jantar.
O “Giuseppe & Joaquim” é, pelas suas gigantescas dimensões, pela forma como está decorado, pelo tipo de serviço e pela carta, um restaurante aparentemente pretensioso, com supostas aspirações de ser um espaço de referência da cidade, na linhagem do estilo caro, fino e com toques de “nouvelle cuisine”. Não gosto do género (do tipo que se paga muito por um prato em que a sua mais valia é a decoração, digna de estar patente num museu e não num restaurante), mas isso à partida pouco importa. Tinha lá ido duas vezes antes e, embora tenha achado aquilo em termos de qualidade / preço caríssimo (o espaço e a comida não são maus, mas está tudo bem longe de justificar o elevado preço que se paga), não tinha absolutamente nada contra o restaurante. Como tal, nada me preparava para a verdadeira vergonha do serviço de ontem, em que se destacam os seguintes factos (verdadeiras pérolas):
- tratou-se de um jantar de anos de 11 pessoas, marcado com 3 ou 4 dias de antecedência, e, ao chegar ao restaurante e sem termos sido avisados previamente, deparamo-nos com a existência de uma ementa especial “Dia dos Namorados”, com um número de pratos bastante reduzido e com preços inflacionados. Quando questionámos o funcionário sobre a falta de respeito que constituía a situação, ele responde em tom jocoso que, estando nós 3 rapazes e 3 raparigas (na altura ainda só estávamos os 6), poderíamos aproveitar para formar 3 casais. Está na cara que, dadas as circunstâncias, não achámos piada nenhuma à boca.
- fomos avisados de que a cozinha estava muito atrasada (demoraria cerca de 30, 40 minutos) e que portanto o melhor seria pedirmos uma entrada, o que acedemos. A entrada veio 25 minutos depois, num prato colocado num canto da mesa, pelo que pensámos que viria um outro para as restantes pessoas, algo que nunca chegou a acontecer. Os pratos principais vieram exactamente 1 hora e 18 minutos depois. Há a destacar que, exactamente uma hora depois do pedido, chega um prato completamente isolado que, passado alguns minutos e depois da nossa amiga ter começado a comer, é retirado por ter vindo para a mesa por equívoco.
- foram pedidas quatro massas intituladas “Tagliatele Tentazione”, em que um dos ingredientes é carne de vitela. Acontece que, quando vieram para a mesa, uma das massas simplesmente não trazia carne a acompanhar. Reclamámos e vem um novo prato, desta feita com carne… de porco, sem aviso de que isso ia acontecer, na tentativa clara de nos aldrabar, da situação passar despercebida.
- depois de todos estes acontecimentos, decidimos chamar o gerente para efectuarmos uma queixa veemente. O gerente só apareceu 45 minutos depois e perante a ameaça da nossa parte de que, caso ele não aparecesse nos 5 minutos seguintes, sairíamos sem pagar. O gerente ouviu tudo o que eu disse, riu-se de forma comprometida quando lhe falámos da questão da carne de porco e limitou-se a dizer que iria buscar o livro de reclamações como pedimos (e onde efectuámos diversas queixas). Nem um pedido de desculpas, nem uma justificação: cordialidade, competência e profissionalismo abaixo de zero.
- depois de tudo isto vem a conta com um prato a mais. Absolutamente sem comentários
Conclusão:
Um verdadeiro escândalo, mau de mais para ser verdade, ainda para mais tratando-se de um restaurante com estas pretensões. Por tudo isto, Giuseppe & Joaquim é um restaurante para não voltar nunca mais e para aconselhar toda a gente a simplesmente não ir.
P.S. Acrescente-se na lista negra de sítios a não voltar (decisão que, diga-se de passagem, já deveria ter sido tomada há muito tempo) esse espaço nocturno meio-broeiro, meio pseudo-elitista (a combinação destes dois conceitos resulta em algo impressionante) chamado “Ar D’ Rato”.
Fevereiro 15, 2009 ás 7:30 pm |
Depois desta “review” podem esquecer a estrela no guia Michelin!
Fevereiro 15, 2009 ás 10:56 pm |
Acho abusado comentario devido a movimento nessa noite. Tambem jantei la o srviço estava atrasado mas nao me quexo da qualidade .
Fevereiro 15, 2009 ás 11:39 pm |
Quando li o título do post e me saltaram a vista os negritos pensei: Lá está o Torgal mais uma vez, com a sua alma de Manuel Alegre, a vociferar contra tudo e contra todos! Provavelmente teve azar…
A primeira parte de ilação mantém-se, claro…! Mas tenho q dizer que revi a segunda… Se há coisa que me irrita são gerentes/donos de restaurantes presunçosos e desrespeitosos em relação aos clientes… Parecem instrutores de condução. O problema é que, ao contrário dos últimos, o seu rendimento não é garantido. Imagino que o gerente do restaurante se esteja nas tintas para uma dúzia de clientes, insignificantes, pensará decerto, na elevada afluência que o seu restaurante tem.
O problema é que, em Coimbra, os restaurantes – tal como discotecas, já agora – raramente se conseguem manter na berlinda. E quando conseguem, não é tratando mal os clientes.
Também me irrita a “nouvelle cuisine”, mas este restaurante, nem me parecia ser o género. Parecia-me caro, mas não minimalista. Aliás, sempre que lá fui comi umas improváveis pataniscas que dão, sem problemas, para duas pessoas.
Fevereiro 16, 2009 ás 1:25 pm |
Nuno:
Quem não tem capacidade, nem condições para ter um restaurante destas dimensões, simplesmente não o tem. Há que ser tão pragmático quanto isto, ainda para mais quando se trata de um restaurante tão pretensioso e que deve dar lucros incalculáveis. Pior que incompetência, é incompetência pretensiosa.
Quanto à qualidade do serviço prestado, acho que o meu texto e os diversos protestos efectuados durante essa noite por muitos clientes falam por si.
Zé:
Não é de facto “nouvelle cuisine” pura e dura. Mas que tem uns toques…. Quanto ao ser caro, pedir uma garrafa de vinho da casa que custa nada mais, nada menos, que 11 euros e que é… Alandra (uma das garrafas mais baratas de um qualquer supermercado) fala por si.
Fevereiro 16, 2009 ás 8:27 pm |
OK, o recado tá dado, quando for a Coimbra, vou evitar jantar no “Giuseppe & Joaquim”! Aqui a zona de Leiria/Fátima também é pródiga em restaurantes assim, pseudo-elitistas e qualidade zero!! Excepção feita ao Malagueta Afrodisíaca, em Leiria
Fevereiro 18, 2009 ás 6:10 pm |
Se voces fossem homenzinhos, punham todos as paneleirices de parte e iam ao Costa, a Santana, ou a outro das dezenas de tabernuncios que nunca ouviram falar da vida. Comiam um assado ou um cozido à Portuguesa, meia de bacalhau, o bitoque/imperial… Qualquer questão, para chamar o gerente bastava mandar um punho no balcão.
Preferem essas coisas mais ao estilo Brokeback Mountain, sujeitam-se… Já o sushi é o mesmo esterco – muito presunçoso e pouco alimentício.
Já para não falar do perigo da SIDA que prolifera nesses ambientes mais village people.
Fevereiro 18, 2009 ás 7:02 pm |
Sim, eu também me sinto bem a escrever coisas dessas…
Fevereiro 20, 2009 ás 7:38 pm |
Caríssimos,
Restaurantes onde o preço depende da decoração e pan********** já demos!
Não há paciência para aturar a acefalia alheia. Eu cá mantenho-me fiel a meia dúzia de restaurantes onde não importa o que se paga, se come bem (O Bacalhau, Zé Manel, Restaurante Sereia, Nacional, D.Pedro, Munich).
Março 4, 2009 ás 2:59 am |
acho incrivel como 11 kikos armados em drs sentados na mesa ao meu lado reclamam desta maneira!as coisas nao se passaram bem assim nem demorou tanto tempo como dizem.o restaurante estava cheio mas cheio,vou 2 ou 3 vezes por semana e á muito tempo e vou continuar a ir e esperar porque vale a pena e recomendo,agora estes peseudo drs dá vontade de rir……enfim kikos com mania que sao gente fina e nao suportam quando sao tratados de igual para igual
Março 4, 2009 ás 3:58 pm |
Também tenho essa opinião, Francisco Martins… “á muito tempo!!”
Março 4, 2009 ás 11:06 pm |
Meu caro Francisco:
De facto, exigir ser bem tratado num restaurante, ainda para mais caro, não faz realmente qualquer tipo de sentido (que atrevimento o nosso, francamente). Mas, aliás, é por ser um dos “kikos ou drs. armados em gente fina” que prefiro ir a tascas óptimas e com preços em conta, como o Zé Manel, o Zé Neto ou o Quim dos Ossos, do que a restaurantes caríssimos e pseudo-finos como o Giuseppe & Joaquim. É a chamada “lógica da batata”.
P.S. 1: Se 1 hora e 20 não é esperar muito, o que seria esperar muito? 3 horas?
P.S. 2: Com toda a sinceridade, obrigado pelo comentário. É bom ver por aqui comentários de gente nova. Só é pena termos escrito tão pouco nos últimos tempos. Esperemos que isto mude rapidamente.
Março 5, 2009 ás 5:13 am |
Eu vou a restaurantes acima de tudo pela COMIDA. Quem quiser ir a restaurantes para ver gente bonita, para se mostrar ou porque se sente socialmente mais “elevado” está no seu direito. Mas quando o preço não corresponde ao serviço é natural que as pessoas se queixem.
Tal como diz uma pessoa que conheço,
“Merda toda a gente come, é preciso é saber-lha dar”
Março 15, 2009 ás 5:55 pm |
Boa Tarde a todos…
De facto o título deste post salta a vista e foi por esse motivo que o decedi ler…
Eu sou cliente (não assíduo) do referido restaurante e sinceramente acho um pouco exagerado os comentários do autor do post.
Eu também estive presente na referida noite no Giuseppe e fui muito bem tartado, claro está, com compreensão pelos supostos atrasos que num dia como esse são perfeitamente normais…
Realmente Coimbra é pródiga em pessoas que gostam de ser tratadas “acima da média” como se fosse essa a verdadeira razão pela sua frequência neste tipo de locais…
O que realmente acontece é que amor com amor se paga e prepotência com prepotência se paga e no caso do autor … falta de paciência e respeito com falta de paciência e respeito se pagam…
Acho sinceramente um comentário com um certo exagero tendo em conta o dia e a situação…
Março 15, 2009 ás 6:42 pm |
Bem, uma coisa é certa, este restaurante atrai meio mundo. Parece que toda a gente esteve no dito jantar!
Ao ler os comentários apercebo-me que, para além do autor, o Nuno Alves, o Francisco Martins e o André Gonçalves estiveram lá.
Espantoso como se reuniu aqui tal pândega!
Ahah! …hilariante!
Março 15, 2009 ás 11:10 pm |
…pandêga?
Será normal uma pessoa ir jantar a um restaurante muito em voga na cidade num dia dos namorados?
…se calhar não é… foi coincidência…
…pandêga à portuguesa… hilariante
não merece a pena chover no molhado… todos têm a sua opinião… e também todos merecemos uma 2ª oportunidade…
Março 16, 2009 ás 7:23 pm |
Ó homem, acalme-se!
Março 17, 2009 ás 3:04 am |
Ó André, o tempo que esteve à espera podia ter aproveitado e pedir um dicionário, eheh
Março 17, 2009 ás 11:02 am |
Ó homemzito tou calmo…
Ó neto… dicionário…
mas pensa que eu hesitei em saber o que era uma pandêga?
pelos vistos o neto é que pensou duas vezes na palavra… e mesmo assim…
que eu saiba este espaço serve para comentar o post, mas estou a ver que os comentários começam a partir para uma mediocridade digna de homens de palmo e meio…
relamente por vezes queremos dar ouvidos a quem nem sequer tem boca para falar…
Março 17, 2009 ás 1:07 pm |
Pois não, André. Não hesitou. Mas devia. É que, caso ainda não tenha reparado, escreve-se “pândega” e não “pandêga”. Mas não ligue, isto sou só eu a redundar na minha mediocridade. Cumprimentos!
Março 17, 2009 ás 3:39 pm |
pois só pode… estou a ver que é um rapaz muito bem sucedido no meio…
… e realmente não reparei no meu erro… obrigado pela sua atenção e correcção…
cumprimentos!
Março 17, 2009 ás 8:16 pm |
cheira-me que alguem por aqui é shareholder do bom velho giuseppe
Abril 24, 2009 ás 4:53 pm |
Boa Tarde a todos,
Tenho pena em aparecer tão “fora de horas” neste post. Tenho umas anotações a fazer em relação à escrita deste post, uma vez que quando se faz uma crítica, seja ela boa ou má, de o que quer que seja, a não ser por uma parcialidade nos acontecimentos, o que se diz é a verdade, logo de notar, que o administrador, é um mentiroso.
“…na tentativa clara de nos aldrabar, da situação passar despercebida.”
Acredito que não tenha havido a necessidade de aldrabar quem quer que seja, por isso não seja tão obtuso em relação a não conseguir considerar um erro de preparação do prato e a desde logo manchar a marca de um restaurante.
O mundo não pode ser apenas um olá e um adeus, João, se não se sabe brincar, especialmente num dia dos namorados, com o empregado a responder com o “tom jocoso” para formarem três casais, então não deve ser o jovem que eu achei que era, mas talvez um senhor, porque de Doutor, obtuso como é, não tem nada. Tenho é pena em se encontrem cada vez mais senhores com mania que são doutores por serem de Coimbra.
Outra coisa, “ameaçar sair do restaurante sem pagar”?! O João deve ter reparado que o restaurante estava cheio, certo? O João reparou que a comida estava a demorar mais, certo? Então o João não pensa que o dono do restaurante deve ter estado com trabalho para fazer com que os pedidos saíssem o mais rápido possível? Eu próprio já fui confrontado com a espera do livro de reclamações num outro estabelecimento, porque essa é uma das formas para tentar dissuadir o cliente de nele escrever, isso toda a gente sabe, mas agora ameaçar que saem sem pagar?! Senhores com a mania de Doutores, mal formados, claro está.
“O “Giuseppe & Joaquim” é, pelas suas gigantescas dimensões, pela forma como está decorado, pelo tipo de serviço e pela carta, um restaurante aparentemente pretensioso, com supostas aspirações de ser um espaço de referência da cidade” Preso por ter cão, preso por não o ter. Se a cidade não tem um bom restaurante, com boa comida, com um bom ambiente, o que se faz? Critica-se. Se realmente existe esse espaço o que se faz? Critica-se.
Gostava um dia de ler aqui neste blog uma crítica construtiva e não uma qualquer história de infortúnios com o simples objectivo de manchar o nome a um restaurante que, sim tem os seus pontos negativos, mas não é necessário tamanho campo de tiro sem fim à vista.
Cumprimentos a todos e desculpem o “atraso” significativo aquando à postagem e ao meu comentário.
Abril 27, 2009 ás 2:48 am |
É pena o cliente não vir com livro de reclamações, não é? Parece-me que foi aldrabado!
Mas se gostava de ver por aqui uma crítica construtiva, leia o blog mais vezes. O mundo não pode ser só olá, clientes satisfeitos e adeus.
Se não se sabe aceitar criticas, especialmente num dia de casa cheia, com clientes pouco dispostos ao “tom jocoso” do empregado para formarem três casais, então não deve ser o cozinheiro/gestor (para levar a critica tao a peito…) que eu achei que era, mas talvez um senhor, porque de gestor, obtuso como é, não tem nada. Tenho é pena de encontrar cada vez mais senhores com estabelecimentos cuja divisa esta longe de ser “o cliente tem sempre razão”.
Prepare-se, pois andam por ai clientes “obtusos” que têm a mania, inconveniente, de se queixar de serviços… ainda para mais do bom Giuseppe!
Enfim, não falo pelo blog, mas por mim. Deixo a resposta ao “Doutor” Torgal.
Abril 28, 2009 ás 11:16 am |
[...] & Joaquim By António P. Neto Mamma Mia, ainda dá que falar três meses [...]
Abril 28, 2009 ás 11:56 am |
Devo dizer que, não obstante a justeza da crítica, tenho pena do gestor do restaurante. É que se alguém escrever Giuseppe & Joaquim no google esta é a primeira entrada, para além das oficiais. Ou seja, um qualquer cliente que procure o restaurante na net lerá, com muita probabilidade, este post.
O que é bom. Mas tenho pena, porque seria justo que outros restaurantes, talvez piores neste aspecto, tivessem o mesmo cartão de visita indesejado.
P.S. No Giuseppe & Joaquim come-se, valha a verdade, bem. Gosto principalmente de umas improváveis pataniscas de bacalhau! E sim, o André Marques tem razão, não concordo com a crítica ao restaurante por ser caro e pretensioso. Também são precisos esses restaurantes. E a prova é que há procura. O que não invalida que devam servir bem (ainda mais que um restaurante “normal”).
Abril 28, 2009 ás 6:55 pm |
Boa tarde,
Quero desde já dizer que eu não sou nenhum gestor/cozinheiro/empregado, ou qualquer parte afiliada ao restaurante. Sou apenas um cliente, como todos vocês. Por lapso meu, esqueci-me de mencionar logo no meu primeiro comentário.
Eu apenas me exprimi, porque acho de mau gosto, manchar o nome do restaurante apenas porque o João se deparou com inúmeros azares, num dia com, de certeza, demasiado movimento, devido ao que escreveu no post, pois não estive presente nesse dia logo não posso comentar a esse respeito. E como o José mencionou, quando se procura no Google “Giuseppe e Joaquim” este post é uma das primeiras entradas, por isso alguém que não conheça o restaurante e encontre este post, fica com uma má imagem de um restaurante que tem os seus defeitos mas que não é o bicho que aqui se escreve, como por exemplo neste comentário:
“André Amado Belo Diz:
Fevereiro 16, 2009 às 8:27 pm | Responder
OK, o recado tá dado, quando for a Coimbra, vou evitar jantar no “Giuseppe & Joaquim”! Aqui a zona de Leiria/Fátima também é pródiga em restaurantes assim, pseudo-elitistas e qualidade zero!! Excepção feita ao Malagueta Afrodisíaca, em Leiria”.
Em resposta ao Pedro Ruivo, há clientes que deviam trazer livros de reclamações sim senhor, porque no seu grupo de amigos ou conhecidos, deve conhecer pelo menos um que tenha um feitio ou paciência abaixo do normal e se queira queixar por tudo e por nada, como também há no meu. E posso ser obtuso em algumas coisas, mas em gestor não sou, porque de gestor do restaurante não tenho nada, mas o Pedro também não sabia
Só queria dizer que, sempre que lá fui, noto um toque nouvelle cuisine na apresentação dos pratos, mas não ao ponto de cozinha francesa em que se olha mas não come, tenho pena que se tenha deparado com essa situação João.
Finalmente, e desculpem-me mais uma vez alongar, despeço-me com esperanças que o João alguma vez possa mudar de opinião e volte ao restaurante e consiga saborear uma boa refeição.
Cumprimentos a todos.
Abril 29, 2009 ás 12:25 am |
António:
Achei este segundo comentário bastante mais construtivo que o primeiro e portanto aceito-o com fair-play.
Mantenho a mesma opinião: um restaurante deve tratar os clientes com respeito e, mais do que qualquer outra coisa, foi isso que me desagradou.
Aproveitando os comentários gastronómicos, aproveito para fazer rasgados elogios ao Quim dos Ossos: tasca típica, comida boa, gente simpática e preço baratíssimo. A mostrar que a simpatia de uma tasca pode ser bastante mais interessante e efectiva do que a falsa cordialidade de um sítio fino.
Abril 29, 2009 ás 1:38 am |
António:
Por “obtuso” nunca intencionei insultá-lo. Aliás, se reparar, é parte do seu escrito… modificado para a óptica do cliente.
José:
Já ando farto das tuas “improváveis” pataniscas de bacalhau. Pode ser que te sirva um improvável soco
Abril 29, 2009 ás 2:39 am |
João:
Tem toda a razão ao afirmar que os clientes devem ser tratados com respeito, assim como o trato a si, após verificar ter sido um bocado rude no meu primeiro comentário, só que mais uma vez o João diz “a falsa cordialidade de um sítio fino”, mas atreva-se a ir lá num dia mais calmo, de certo que não se vai arrepender, tente compreender o dia em questão.
Pedro:
Gosto de pensar que não, como também não era a minha a de insultar qualquer um dos envolvidos no post em questão, vejo agora que saiu um bocado mal, mas na altura o que li não pareceu, e ainda não parece, ser a imagem verdadeira do restaurante, tenho é pena do que se sucedeu.
Eu só defendo o restaurante, porque nunca fui lá mal tratado ou mal servido e porque a imagem que aqui passa é a que não se deve dar uma chance sequer.
Junho 12, 2009 ás 1:03 am |
Somos brasileiros. Fomos, eu e minha esposa, ao restaurante Giuseppe & Joaquim e lá fomos muito bem tratados e pudemos apreciar a qualidade da comida a nós servida. Retornaremos lá um dia e aconselho o restaurante a todos os meus amigos.
Junho 12, 2009 ás 10:21 am |
Confirma-se a minha teoria…
Junho 28, 2009 ás 6:15 pm |
Existem teorias inteligentes e teorias burras. Às vêzes, um muy macho pode ser um paneleiro ou vice-versa. É uma questão de hermenêutica.
Outubro 27, 2009 ás 1:36 pm |
Sr. Torgal é provável que tenha tido apenas azar nesse dia nem sempre as coisas correm bem, não correu para sim certamente e é provável que para o Restaurante Tb, mas como digo nem sempre acontece tudo perfeito…
Eu comi lá fui excelentemente bem recebido, comi melhor ainda e prepotência não vi nenhuma, o que vi foi uma simpatia e simplicidade enorme de quem nos serviu e não só…
O Sr. torgal será provávelmente perfeito em tudo o que faz… nada lhe corre mal certamente, é uma virtude que não conheço pois penso não haver pessoas / serviços sempre perfeitos…
Aconselho o Giuseppe & Joaquim e aconselho igualmente que vão para lá com fome pois comem muito e bem!!!
Novembro 9, 2009 ás 2:12 pm |
Boa tarde!
este comentário pode não ser muito pertinente no tempo, mas já agora, aqui fica mais uma experiência com o afamado restaurante Giuseppe & Joaquim:
Numa noite em que a ocasião, aliada à vontade de conhecer novos espaços em Coimbra, exigia um jantar num sítio que se queria especial, decidi jantar no Giuseppe & Joaquim, curiosamente depois de ler este post e os respectivos comentários. Ao contrário do que se seria previsível, este post não me dissuadiu de experimentr o criticado restaurante, apenas de instigou a ir lá tirar as minhas próprias conclusões, o que comprova que o apanágio “falam mal, mas falem de mim” não é absolutamente desprovido de sentido.
Ora, quanto aos pontos positivos deste retaurante, tenho a realçar a minha satisfação em relação à simpatia e coordialidade dos funcionários pelos quais fui atendida, bem como em relação às características do espaço.
Por outro lado, o tempo de espera foi sempre bastante superior ao esperado numa noite em que a lotação do restaurante estava muito longe de estar lotada. No entanto, esta insatisfação com o tempo de espera de atendimento em nada se compara com o meu descontentamento causado pela qualidade da comida. Os dois pratos (diferentes) que haviam sido pedidos foram levantados quase intactos, a confeccção da comida estava indescritívelmente má e eu nem queria acrediar que era aquela “iguaria” que havia merecido o repetido título de “boa comida” por alguns (demasiados) dos comentadores deste post.
Valeu-nos o sistema de buffet de entradas e sobremeses para enganar o apetite que nos assaltava naquela noite.
E como, para além de quaisquer motivos que dêm o mote a um jantar num restaurante mais ou menos requintado/caro, é efectivamente para comer bem (ou minimamente bem, o que de todo não foi o caso) que lá vou, reitero o título deste post: “Giuseppe & Joaquim: um jantar deplorável num restaurante para nunca mais voltar”.