Arquivo de Fevereiro, 2008

Talvez se vivesse em Cuba…

Fevereiro 29, 2008

“¡Qué hombre! ¡No hay manera de callarlo!”, exclama [Fidel] Castro sobre Solana, de quien afirma que no viajaría a la isla porque “Cuba, con motivo de la guerra contra la República Serbia, exhortó al mundo a juzgarlo como criminal de guerra en un tribunal internacional (…)”

in El País

Finalmente!

Fevereiro 29, 2008

Comunabsolutismo

Fevereiro 27, 2008

Entretanto, em Cuba, El Rei D. Fidel Castro transmite o poder ao príncipe regente, Raúl. Forma de governo curiosa, aquela.

El País

Fevereiro 27, 2008

O jornal El País põe à disposição dos seus leitores um vídeo do mais recente debate entre Clinton e Obama. Do debate entre Zapatero e Rajoy nem um. Pelos vistos não somos só nos que nos subvalorizamos…

Prioridades

Fevereiro 27, 2008

“(…) Luís Filipe Menezes comprometeu-se ontem à noite numa entrevista à SIC Notícias, a retirar a publicidade da RTP se ganhar as eleições legislativas de 2009 e formar Governo, deixando o mercado publicitário para os privados.”

in Público

O princípio do fim da televisão pública, portanto.

Inversão

Fevereiro 20, 2008

Ao contrário do que possa parecer, isto não é um vídeo de maus tratos a animais. É apenas um vídeo em que alguns funcionários de um matadouro trocam de papel com os bois. Algo que só dá para fazer com seres de QI semelhante…

Na Mouche

Fevereiro 20, 2008
“Mas se o Sócrates é assim tão mau, perguntam os mirones, porque é que não exigem a demissão do homem? Bem, porque do lado oposto estão Santana Lopes e Luís Filipe Menezes: o rato Mickey seria uma opção mais interessante. Por isso eu não quero que o primeiro-ministro seja derrotado nas legislativas se o PSD continuar como está: quero é que ele perca a maioria absoluta. Chama-se princípio da realidade — até pode ser Sócrates, mas tem que voar muito, muito baixinho.”
Luís M. Jorge, in “A Vida Breve
De facto, é esta a verdade. Não restam muitas opções. A única seria Louçã (já aqui disse que não voto no CDS nem no PCP por princípio), mas o tom de sá-cristão do homem também não me convence muito. O voto em branco parece ser a única solução possível, pelo menos para ver se Sócrates perde a maioria absoluta. Menezes e Santana é que jamé

O fantasma do Euro

Fevereiro 20, 2008

Pego num tema típico das chamadas “Conversas de Café”, pelo que penso que se adequa na perfeição a este espaço.

Trata-se do “suposto” aumento radical dos preços com a passagem do escudo para o Euro, em 2001.

Sempre defendi – contra a ira geral, diga-se – que tal não se tinha verificado. Embora admita que os “arredondamentos” foram, logicamente, quase sempre feitos para cima (“chamem-lhes estúpidos”), não me parece que isso possa ter feito os preços aumentar drasticamente (os 100 escudos passaram a ser o Euro, como se costuma dizer).

Se compararmos os preços de agora (por exemplo, do café), e pensarmos no que nos ficou na memória do escudo, somos levados a pensar que este bem “fundamental” custava antes 50 escudos, custando agora 50 centimos. Na verdade, se puxarmos pela memória, é fácil perceber que não só o café já não custava 50 escudos em 2001 como não passou logo a 50 centimos com a passagem para o Euro. E este aumento deveu-se, entre outras coisas, principalmente à inflação (maior neste produto.

Um exemplo mais óbvio é o dos gelados. Se a minha memória não me trai, já com o escudo me queixava que os 200 e tal escudos que um magnum custava eram exorbitantes. Et voila, hoje continuo a queixar-me do mesmo…

Para terminar, deixo “a prova”. Um artigo, que vale o que vale, que encontrei por aí (leia-se, na Internet).

Chamo a atenção para o facto de o aumento da inflação entre Dezembro e Janeiro se ter cingido aos 0.27% (bem menos que os 50% da crença comum, convenhamos), motivado pelos ditos arredondamentos.

Finalmente, é de notar que este artigo é de 2002, pelo que qualquer argumento baseado no desfasamento temporal é inválido.

Quénia

Fevereiro 19, 2008

O Pacheco Pereira tem uma bonita colecção de fotografias do Quénia no seu blog.

Nova Regra no Futebol

Fevereiro 18, 2008

Houve uma alteração na lei que estabelece qual a maneira de efectuar lançamentos laterais. A partir de agora já não é preciso ter os dois pés a tocar no chão no momento em que a bola é atirada (algo que é necessário desde que o futebol é inventado). Deste modo, é mais fácil poder tomar mais balanço e fazer com que a bola vá mais longe e de uma maneira mais tensa, o que vai permitir fazer ‘verdadeiros’ cruzamentos para a área e assim poder obter golos bem mais facilmente.

 P.S. – Aparentemente, essa regra só é válida em jogos do Benfica e já entrou em vigor no jogo de ontem!