Começava assim a carta do senhor Daniel Bouton, director da Société Générale (um dos maiores bancos em França), dirigida aos seus clientes e accionários, em que explicava que a administração tinha “descoberto uma fraude interna de uma amplitude considerável, cometida por um colaborador da divisão de investimento e financiamento”. Só mais tarde percebi a dimensão da coisa: a maior fraude financeira da história.
(Compreendo agora a insistência do banco para eu “regularizar” o meu saldo de 2 ou 3 euros negativos… cada cêntimo conta! Quem é o pobretanas agora? Ah ah!)