Silvio Berlusconi descreve-se como “o segundo, a seguir a Napoleão, na história política da Europa”. Confirmam-se as minhas suspeitas de que a figura nunca ouviu falar de Churchill.
Também em Itália, celebra-se, no Parlamento, a derrota de Romano Prodi (e respectiva demissão) com champanhe. Polícias são forçados a retirar as garrafas aos deputados. Se cá sucedesse tamanha cenaça, suspeito que Pacheco Pereira teria um enfarte. E, em boa verdade, eu também não andaria lá longe.